O Brasil saiu há menos de duas décadas de uma ditadura militar de outras duas décadas. E na ditadura, como o apelo dos militares era ufanista, nacionalista, na linha "Brasil: ame-o ou deixe-o" os opositores se acostumaram a desmerecer nosso sentindo cívico, visto como algo "da ditadura". Nada mais sem nexo. Tinha gente que torcia contra o Brasil nas copas e que era contra até cantar o Hino Nacional. Quanta asneira...
O pior é que esse povo virou a "elite intelectual" do Brasil. Alguns estão nas altas cúpulas do governo! E até hoje carregam o ranso da era militar. Até hoje renegam o civismo e o amor a pátria. É triste isso, deprimente! Porque um povo que não ama o seu país, acha razoável roubá-lo, pois não é algo seu. Por trás de um sentimento nacional de falta de amor ao Brasil, nasce toda a corrupção e a aceitação do povo à essa prática. Todos querem praticar a "lei de Gerson", onde o importante é levar vantagem em tudo, sem pensar no nosso compromisso como nação e como brasileiros.
A idiotice da pretensa elite intelectual chega a tal extremo que acha que qualquer coisa que fale bem do país é ruim. Teve gente que teve coragem de criticar o filme Rio, só porque mostrava uma cidade linda. E olha que o filme "Rio" fez sucesso no mundo todo, ou seja, só nossa elite achou defeitos... Ora, não é o que se espera de um brasileiro, falar bem do seu país? Ou chique é falar bem da França ou de Cuba?
Aliás, o povo francês A-DO-RA falar bem do seu país e de suas coisas. Não há filme francês sem Torre Eiffel. Os americanos também vivem decantando o "american way". E todo povo desenvolvido faz o mesmo, porque é fato que somente um povo que ama seu país fará dessa terra algo melhor.
Desculpem-me, mas quem lhes sustenta, intelectualóides, não é a França ou Cuba, é o povo brasileiro! Que tal serem um pouco mais gratos? Neste ponto, sou igual aos militares: se não gosta do Brasil, deixe-o! Vamos deixar esta terra maravilhosa para quem a ama!
Veja também:
- O pior político de todos os tempos
- Filme Rio
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