Sou muito crítico com professores irresponsáveis, que deixam seus alunos sem cuidados e sem aulas por greves muitas vezes com somente motivações políticas. E também critico as bobeiras educativas, que tanto andam prejudicando os jovens de hoje.
Mas isso não quer dizer que não sou grato aos meus professores. E queria nominar aqui os mais memoráveis, muitos dos quais não tenho contato há décadas, mas que adoraria poder abraçar e dizer um grande obrigado!
Vou começar falando de quatro professoras do Ateneu Brasília, em Santos, onde estudei do maternal à quarta série, lá no início dos anos 70. Uma pequena escola, mas que me ensinou a ser um bom aluno...
Tudo começa com a Tia Tânia, que foi minha amada professora do pré, e teve a sensibilidade de indicar que eu deveria entrar um ano antes do previsto no primeiro ano (coisa que os educadores de hoje não conseguem entender, vide aqui).
Na primeira série tive a Tia Carmem Lúcia, carinhosa, doce, e, ao que me recordo, bonita. Ela me introduziu ao mundo das letras, com seus ditados cheios de "na outra linha, parágrafo, letra maiúscula".
Na segunda tive uma das maiores responsáveis por ter conseguido fazer uma excelente faculdade: a "brava" tia Catarina, também diretora da escola. Foi com ela que decorei toda a tabuada, algo do qual me orgulho até hoje. Tudo decorado com lições enormes, repetindo cada tabuada dezenas de vezes. Valeu muito!
Na quarta a tia Eliane me apresentou ao mundo das equações, com quadradinhos ao invés de X. E com ela descobri que teria dificuldade em alguma coisa: inglês. "Good morning, class. Good morning, Miss Kelly. This is the pencil. That is the pen".
Entre quinta e oitava estudei no Olavo Bilac, escola municipal santista. E a professora mais marcante foi, sem sombras de dúvidas, a Alice Maria, de português. Ela dava aula com prazer. E sem falsa educação, nos ensinou logo ao adentrar no quinto ano, onde ficava o "mijatório"... Foi ali que aquela imagem da tia angelical se transformou na imagem de uma professora, mulher normal.
No nível médio, que cursei no excelente Colégio do Carmo, em meados dos anos 80, os destaques eram o Iba, o professor de química doidão, que fumava e bebia, e dizia se transformar em Samanta após as 22hs. E que dava uma ótima aula. E o Duarte, de física, sério e rígido, que jogava a caneta de quem quer que fosse pela janela (terceiro andar) se a pessoa fosse escrever enquanto ele explicava. E que odiava o Uno, que ele chamava de botinha ortopédica e adorava usar como símbolo de ponto material.
Na faculdade, a professora mais marcante foi a Cecilia. Doce, educada, responsável, preparava as aulas bem, mas dava provas também "marcantes". Cecilia que me acompanhou por mais que 12 anos como professora (depois mestrado e doutorado) e que hoje é minha "colega" de trabalho. Mas não posso deixar de falar também no Franzin, o cara que mostrou como era o mercado de verdade e nos presenteava com seus incríveis conhecimento e experiência e no Ari, o professor mais "alegre" da matemática, com seu ouvido biônico, seus comentários brilhantes, suas aulas incríveis e suas provas impossíveis!
À todos vocês, e também à vários outros que não tive como citar, para não fazer um texto gigante, meu muitíssimo obrigado. Valeu de verdade!
Bobeiras educativas:
- O que as escolas não ensinam
- Psicologismo agudo
- Um tapinha não dói
- Que tal trabalhar para ganhar?
- Salário ou responsabilidade?
- Idade inicial
- Português correto: alunos e educadores
- Não ser meritocrático
- Foco em universidades
- Trote: vide aqui
- Bullying: primeiro post aqui, com novo comentário aqui
- Aprovação automática: vide aqui
- Novos conteúdos: vide aqui
- Flexibilidade: vide aqui
- Livros didáticos
A verdade tem que ser dita, sem medo de polêmicas. Tentando discutir as coisas com profundidade, sem me preocupar em ser politicamente correto.
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
terça-feira, 29 de novembro de 2011
O que as escolas não ensinam
Abaixo regras que Bill Gates, dono da Microsoft, discursou para alunos em uma formatura. Concordo com a visão dele de que escolas extremamente protecionistas, onde a preocupação não é ensinar, mas "motivar" (vide aqui), onde não se pode reprovar (vide aqui) e onde o maior temor é o bullying (vide aqui e aqui), estão fugindo do seu objetivo maior.
'- Vocês estão se formando e deixando os bancos escolares, para enfrentarem a vida lá fora. Não a vida que você querem, não a vida que vocês sonharam ter, a vida como ela é. Você estão saindo de um mundo educacional que está pervertendo o conceito da educação, adotando um esquema que visa proporcionar uma vida fácil para a nova geração. Essa política educacional leva as pessoas a falharem em suas vidas pessoais e profissionais mais tarde. Vou compartilhar com vocês onze regras que não se aprendem nas escolas:
Regra 1: A vida não é fácil. Acostume-se com isso.
Regra 2: O mundo não está preocupado com a sua auto-estima. O mundo espera que você faça alguma coisa de útil por ele (o mundo) antes de aceitá-lo.
Regra 3: Você não vai ganhar vinte mil dólares por mês assim que sair da faculdade. Você não será vice-presidente de uma grande empresa, com um carrão e um telefone à sua disposição, antes que você tenha conseguido comprar seu próprio carro e ter seu próprio telefone.
Regra 4: Se você acha que seu pai ou seu professor são rudes, espere até ter um chefe. Ele não terá pena de você.
Regra 5: Vender jornal velho ou trabalhar durante as férias não está abaixo da sua posição social. Seu avós tinham uma palavra diferente para isso. Eles chamavam isso de 'oportunidade'
Regra 6: Se você fracassar não ache que a culpa é de seus pais. Não lamente seus erros, aprenda com eles.
Regra 7: Antes de você nascer seus pais não eram tão críticos como agora. Eles só ficaram assim por terem de pagar suas contas, lavar suas roupas e ouvir você dizer que eles são 'ridículos'. Então, antes de tentar salvar o planeta para a próxima geração, querendo consertar os erros da geração dos seus pais, tente arrumar o seu próprio quarto.
Regra 8: Sua escola pode ter criado trabalhos em grupo, para melhorar suas notas e eliminar a distinção entre vencedores e perdedores, mas a vida não é assim. Em algumas escolas você não repete mais de ano e tem quantas chances precisar para ficar de DP até acertar. Isto não se parece com absolutamente NADA na vida real. Se pisar na bola está despedido... RUA! Faça certo da primeira vez.
Regra 9: A vida não é dividida em semestres. Você não terá sempre férias de verão e é pouco provável que outros empregados o ajudem a cumprir suas tarefas no fim de cada período.
Regra 10: Televisão não é vida real. Na vida real, as pessoas têm que deixar o barzinho ou a boate e ir trabalhar.
Regra 11: Seja legal com os CDF´s - aqueles estudantes que os demais julgam que são uns babacas. Existe uma grande probabilidade de você vir a trabalhar para um deles.'
Juventude atual:
- aonde querem chegar?
- amor e sexo
- Adeus a Amy,
- inspiração boa e ruim,
- cérebro de pipoca
- valor da vida
Bobeiras educativas:
- Um tapinha não dói
- Que tal trabalhar para ganhar?
- Salário ou responsabilidade?
- Idade inicial
- Português correto: alunos e educadores
- Não ser meritocrático
- Foco em universidades
- Trote: vide aqui
- Bullying: primeiro post aqui, com novo comentário aqui
- Aprovação automática: vide aqui
- Novos conteúdos: vide aqui
- Flexibilidade: vide aqui
- Livros didáticos
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| Bill sabe o que fala! |
Regra 1: A vida não é fácil. Acostume-se com isso.
Regra 2: O mundo não está preocupado com a sua auto-estima. O mundo espera que você faça alguma coisa de útil por ele (o mundo) antes de aceitá-lo.
Regra 3: Você não vai ganhar vinte mil dólares por mês assim que sair da faculdade. Você não será vice-presidente de uma grande empresa, com um carrão e um telefone à sua disposição, antes que você tenha conseguido comprar seu próprio carro e ter seu próprio telefone.
Regra 4: Se você acha que seu pai ou seu professor são rudes, espere até ter um chefe. Ele não terá pena de você.
Regra 5: Vender jornal velho ou trabalhar durante as férias não está abaixo da sua posição social. Seu avós tinham uma palavra diferente para isso. Eles chamavam isso de 'oportunidade'
Regra 6: Se você fracassar não ache que a culpa é de seus pais. Não lamente seus erros, aprenda com eles.
Regra 7: Antes de você nascer seus pais não eram tão críticos como agora. Eles só ficaram assim por terem de pagar suas contas, lavar suas roupas e ouvir você dizer que eles são 'ridículos'. Então, antes de tentar salvar o planeta para a próxima geração, querendo consertar os erros da geração dos seus pais, tente arrumar o seu próprio quarto.
Regra 8: Sua escola pode ter criado trabalhos em grupo, para melhorar suas notas e eliminar a distinção entre vencedores e perdedores, mas a vida não é assim. Em algumas escolas você não repete mais de ano e tem quantas chances precisar para ficar de DP até acertar. Isto não se parece com absolutamente NADA na vida real. Se pisar na bola está despedido... RUA! Faça certo da primeira vez.
Regra 9: A vida não é dividida em semestres. Você não terá sempre férias de verão e é pouco provável que outros empregados o ajudem a cumprir suas tarefas no fim de cada período.
Regra 10: Televisão não é vida real. Na vida real, as pessoas têm que deixar o barzinho ou a boate e ir trabalhar.
Regra 11: Seja legal com os CDF´s - aqueles estudantes que os demais julgam que são uns babacas. Existe uma grande probabilidade de você vir a trabalhar para um deles.'
Juventude atual:
- aonde querem chegar?
- amor e sexo
- Adeus a Amy,
- inspiração boa e ruim,
- cérebro de pipoca
- valor da vida
Bobeiras educativas:
- Um tapinha não dói
- Que tal trabalhar para ganhar?
- Salário ou responsabilidade?
- Idade inicial
- Português correto: alunos e educadores
- Não ser meritocrático
- Foco em universidades
- Trote: vide aqui
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- Livros didáticos
sábado, 26 de novembro de 2011
Trapalhões na luta contra a ditadura
Nossa "elite intelectual" escolhe seus mocinhos e seus bandidos por simpatia, e não com base na verdade. E isso ainda era mais forte na época da ditadura.
Sempre ouvia falar bem do Caetano e do Gil e mal do Roberto Carlos na infância, porque o Roberto compactuava com a ditadura. Mas foi só depois da ditadura cair que soube que a frase
"Debaixo dos caracóis dos seus cabelos, uma história para contar, de um mundo tão distante"
eram os caracóis do Caetano que estava exilado na Inglaterra, Caetano que o Roberto fez questão de visitar. Vamos e venhamos, se o cara era considerado o rei, fazia um sucesso danado e fosse assim tão alienado, porque iria fazer uma música em homenagem à alguém perseguido pela ditadura? É, o Roberto não merecia aquela perseguição, mas na verdade os intelectuais nunca gostaram de quem faz sucesso, é uma opinião elitista de quem nunca vai gostar de nada que o povão gosta!
Mas o tema aqui não é Roberto, mas Os Trapalhões. Sim, o grupo de palhaços mais incrível que esse país já teve. O grupo com um paulista que veio do circo (Dedé), um autêntico sambista carioca (Mussum, que antes cantava no grupo Originais do Samba), um mineirinho típico (Zacarias) e um nordestino pobre mas esperto, com um quê de Carlitos, mas brasileiríssimo (o Didi). Eles agradavam todas as idades, com humor leve, simples e com cara do nosso país. E foram sucesso por duas décadas não apenas na TV, mas também no cinema, onde eram, ano após ano, a maior bilheteria.
Os chatos pseudo-intelectuais jamais assumiriam que os trapalhões lutaram contra a ditadura. Sempre irão citar aqueles diretores de cinema chatíssimos, que só eles conseguiam assistir e não tinham nenhum impacto no povo. Mas revendo "Os saltimbancos trapalhões" agora, filme de muito sucesso na época, fiquei abismado ao perceber tão claramente uma cena: enquanto toca "Todos juntos somos fortes, somos flecha e somos arco, (... ) não há nada a temer", a plebe explorada se rebela contra o dono do circo, que acaba dividindo o poder. Claro, chatos intelectuais, o texto é inspirado na peça do Chico Buarque, por sua vez traduzido de texto francês. Mas a peça, senhores inteligentes, era uma coisa para poucos filhinhos de ricos. Já o filme dos trapalhões, foi visto por mais de 5 milhões de pessoas, só no cinema!
O detalhe importante - e nada discreto - é que atrás do dono do circo está aberta não uma lona, mas a bandeira do Brasil! Nada mais claro, nada mais evidente, a metáfora é explícita! Os trapalhões tinham muito mais a perder que os estudantes rebeldes que faziam ações terroristas que se acham heróis (vide aqui), e não deixaram de mostrar sua opinião! É ridículo que nunca vi ninguém da nossa elite esquerdista agradecendo os trapalhões por ter lutado ao lado deles...Ao ver essa cena, fiquei ainda mais feliz por sempre ter sido fã incondicional dos 4 palhaços, palhaços que nunca sairão da minha memória de momentos felizes!
Veja também:
- Juventude atual: Losers são os americanos...
- Uma elite intelectual idiota
Sempre ouvia falar bem do Caetano e do Gil e mal do Roberto Carlos na infância, porque o Roberto compactuava com a ditadura. Mas foi só depois da ditadura cair que soube que a frase
"Debaixo dos caracóis dos seus cabelos, uma história para contar, de um mundo tão distante"
eram os caracóis do Caetano que estava exilado na Inglaterra, Caetano que o Roberto fez questão de visitar. Vamos e venhamos, se o cara era considerado o rei, fazia um sucesso danado e fosse assim tão alienado, porque iria fazer uma música em homenagem à alguém perseguido pela ditadura? É, o Roberto não merecia aquela perseguição, mas na verdade os intelectuais nunca gostaram de quem faz sucesso, é uma opinião elitista de quem nunca vai gostar de nada que o povão gosta!
Os chatos pseudo-intelectuais jamais assumiriam que os trapalhões lutaram contra a ditadura. Sempre irão citar aqueles diretores de cinema chatíssimos, que só eles conseguiam assistir e não tinham nenhum impacto no povo. Mas revendo "Os saltimbancos trapalhões" agora, filme de muito sucesso na época, fiquei abismado ao perceber tão claramente uma cena: enquanto toca "Todos juntos somos fortes, somos flecha e somos arco, (... ) não há nada a temer", a plebe explorada se rebela contra o dono do circo, que acaba dividindo o poder. Claro, chatos intelectuais, o texto é inspirado na peça do Chico Buarque, por sua vez traduzido de texto francês. Mas a peça, senhores inteligentes, era uma coisa para poucos filhinhos de ricos. Já o filme dos trapalhões, foi visto por mais de 5 milhões de pessoas, só no cinema!
O detalhe importante - e nada discreto - é que atrás do dono do circo está aberta não uma lona, mas a bandeira do Brasil! Nada mais claro, nada mais evidente, a metáfora é explícita! Os trapalhões tinham muito mais a perder que os estudantes rebeldes que faziam ações terroristas que se acham heróis (vide aqui), e não deixaram de mostrar sua opinião! É ridículo que nunca vi ninguém da nossa elite esquerdista agradecendo os trapalhões por ter lutado ao lado deles...Ao ver essa cena, fiquei ainda mais feliz por sempre ter sido fã incondicional dos 4 palhaços, palhaços que nunca sairão da minha memória de momentos felizes!
Veja também:
- Juventude atual: Losers são os americanos...
- Uma elite intelectual idiota
Orgulho de ser de um time!
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| Laboratório de Informática, Aprendizagem e Gestão |
Esse grupo é o LIAG, o laboratório de informática, aprendizagem e gestão. Um laboratório de uns 5m2 no máximo. Mas com muita gente boa!
Em 4 anos de existência, o LIAG já conseguiu dezenas de publicações em eventos importantes, além de ter participado de vários projetos de pesquisa e organizado vários torneios e eventos. E, ainda, conseguimos várias distinções importantes:
1. teve os trabalhos de iniciação científica considerados como melhor tema livre nos anos de 2010 e 2011 na UNICAMP, com o Júlio e o Renato, dois alunos brilhantes que colaboraram em muito com as pesquisas de robótica do lab. E não posso deixar de destacar o Leandro Morelato, aluno que me ajudou a criar essa linha de pesquisas, antes mesmo do LIAG existir;
2. tivemos três trabalhos selecionados entre os melhores trabalhos de conclusão de curso no SBIE: em 2009 o Henrique nos representou com o projeto Gene, em 2010 a Mônica com o chatterbot Elber e neste ano o Diogo, aluno que trabalhou com pesquisas no LIAG por três anos e meio foi escolhido como o segundo melhor trabalho do ano, com o projeto Lab's Life.
3. propusemos e conseguimos trazer para a UNICAMP o SBIE 2013, o maior evento da área de informática e educação no Brasil!
Tenho muito orgulho de ser desse time! Um time de sucesso! Que não fica reclamando que não tem verba, que não tem espaço, que não tem ..., que sabe que
"quem sabe faz a hora, não espera acontecer!"
Isso prova que quando se junta responsabilidade, inteligência e cooperação, podemos sonhar mais longe! Valeu turma!
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
Pobres no Brasil não têm direitos?
E um deputado estadual de SP teve uma ideia "brilhante": proibir garupas em motos, para evitar violência. Isso porque ele alega que a maioria dos assaltos é feito por duplas em motos.
Mas vamos mais a fundo na interpretação da proposta. Quem está realmente preocupado com a violência? Normalmente, os mais ricos. E ricos não andam de moto, nem de ônibus, só de carro.
E quem anda de moto? Assaltantes? Bom, alguns talvez. Mas a grande maioria são pessoas simples que trabalharam muito para conseguir comprar, com muito custo, um meio de transporte mais rápido e barato que nosso horrível transporte público. A moto serve para levar esse povo humilde para trabalhar, para fazer compras e até para namorar (eu mesmo, quando era teen, ia namorar de moto).
Agora me vêm esse incrível deputado e me diz que os pobres que compraram moto não vão poder usá-la? Em nome de defender alguns da violência, vamos privar toda uma classe de pessoas de transporte? Transporte que compraram com seu esforço e sobre o qual tem direitos?
Que tal, senhor deputado, proibir carros de andar com mais de um passageiro, porque há bandos de assaltantes de banco que andam de carro? Esdrúxulo isso, senhor deputado? E porque proibir colocar dois em uma moto não é esdrúxulo? Só porque o senhor acha que pobres podem ser privados de seus direitos em favor de uma elite? Me poupe!
Espero que todos os motoqueiros do Brasil saibam de cor o nome de todos os deputados que aprovaram na assembléia esse absurdo, para que eles nunca mais sejam eleitos nem para síndico de prédio! E espero que o governador Alckmin tenha o bom senso de vetar essa lei elitista! Pobres não são massa de manobra para ricos, são cidadãos que merecem ver seus direitos serem respeitados!
Veja também:
- acima da lei: estudantes e ricos
- Sigo a lei, sou preconceituoso!
- Uma elite intelectual idiota
- o vergonhoso movimento estudantil: 1, 2 e 3
Mas vamos mais a fundo na interpretação da proposta. Quem está realmente preocupado com a violência? Normalmente, os mais ricos. E ricos não andam de moto, nem de ônibus, só de carro.
E quem anda de moto? Assaltantes? Bom, alguns talvez. Mas a grande maioria são pessoas simples que trabalharam muito para conseguir comprar, com muito custo, um meio de transporte mais rápido e barato que nosso horrível transporte público. A moto serve para levar esse povo humilde para trabalhar, para fazer compras e até para namorar (eu mesmo, quando era teen, ia namorar de moto).
Agora me vêm esse incrível deputado e me diz que os pobres que compraram moto não vão poder usá-la? Em nome de defender alguns da violência, vamos privar toda uma classe de pessoas de transporte? Transporte que compraram com seu esforço e sobre o qual tem direitos?
Que tal, senhor deputado, proibir carros de andar com mais de um passageiro, porque há bandos de assaltantes de banco que andam de carro? Esdrúxulo isso, senhor deputado? E porque proibir colocar dois em uma moto não é esdrúxulo? Só porque o senhor acha que pobres podem ser privados de seus direitos em favor de uma elite? Me poupe!
Espero que todos os motoqueiros do Brasil saibam de cor o nome de todos os deputados que aprovaram na assembléia esse absurdo, para que eles nunca mais sejam eleitos nem para síndico de prédio! E espero que o governador Alckmin tenha o bom senso de vetar essa lei elitista! Pobres não são massa de manobra para ricos, são cidadãos que merecem ver seus direitos serem respeitados!
Veja também:
- acima da lei: estudantes e ricos
- Sigo a lei, sou preconceituoso!
- Uma elite intelectual idiota
- o vergonhoso movimento estudantil: 1, 2 e 3
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
Um papo de dar fome
(mais um post da série spams legais, sem autor conhecido)
Quando comecei, pensava que escrever sobre comida seria sopa no mel, mamão com açúcar. Só que depois de um certo tempo dá crepe, você percebe que comeu gato por lebre e acaba ficando com uma batata quente nas mãos. Como rapadura é doce mas não é mole, nem sempre você tem idéias e pra descascar esse abacaxi só metendo a mão na massa.
E não adianta chorar as pitangas ou, simplesmente, mandar tudo às favas.
Já que é pelo estômago que se conquista o leitor, o negócio é ir comendo o mingau pelas beiradas, cozinhando em banho-maria, porque é de grão em grão que a galinha enche o papo.
Contudo é preciso tomar cuidado para não azedar, passar do ponto, encher linguiça demais. Além disso, deve-se ter consciência de que é necessário comer o pão que o diabo amassou para vender o seu peixe. Afinal não se faz uma boa omelete sem antes quebrar os ovos.
Há quem pense que escrever é como tirar doce da boca de criança e vai com muita sede ao pote. Mas como o apressado come cru, essa gente acaba falando muita abobrinha, são escritores de meia tigela, trocam alhos por bugalhos e confundem Carolina de Sá Leitão com caçarolinha de assar leitão.
Há também aqueles que são arroz de festa, com a faca e o queijo nas mãos, eles se perdem em devaneios (piram na batatinha, viajam na maionese... etc.). Achando que beleza não põe mesa, pisam no tomate, enfiam o pé na jaca, e no fim quem paga o pato é o leitor que sai com cara de quem comeu e não gostou.
O importante é não cuspir no prato em que se come, pois quem lê não é tudo farinha do mesmo saco. Diversificar é a melhor receita para engrossar o caldo e oferecer um texto de se comer com os olhos, literalmente.
Por outro lado se você tiver os olhos maiores que a barriga o negócio desanda e vira um verdadeiro angu de caroço. Aí, não adianta chorar sobre o leite derramado porque ninguém vai colocar uma azeitona na sua empadinha, não. O pepino é só seu, e o máximo que você vai ganhar é uma banana, afinal pimenta nos olhos dos outros é refresco...
A carne é fraca, eu sei. Às vezes dá vontade de largar tudo e ir plantar batatas. Mas quem não arrisca não petisca, e depois quando se junta a fome com a vontade de comer as coisas mudam da água pro vinho.
Se embananar, de vez em quando, é normal, o importante é não desistir mesmo quando o caldo entornar. Puxe a brasa pra sua sardinha, que no frigir dos ovos a conversa chega na cozinha e fica de se comer rezando. Daí, com água na boca, é só saborear, porque o que não mata engorda.
No frigir dos ovos, nossa língua dá um grande apetite!
Veja também:
- Quem te faz feliz?
- Um mundo insano
- as escolhas da vida
- Nerd Pride - Piadas nerds
- Nerd Pride - 1 - vida universitária
- Nerd Pride - 2 - Cálculo
- Nerd Pride - 3 - Matemática
- Nerd Pride - 4 - Computação
Quando comecei, pensava que escrever sobre comida seria sopa no mel, mamão com açúcar. Só que depois de um certo tempo dá crepe, você percebe que comeu gato por lebre e acaba ficando com uma batata quente nas mãos. Como rapadura é doce mas não é mole, nem sempre você tem idéias e pra descascar esse abacaxi só metendo a mão na massa.
E não adianta chorar as pitangas ou, simplesmente, mandar tudo às favas.
Já que é pelo estômago que se conquista o leitor, o negócio é ir comendo o mingau pelas beiradas, cozinhando em banho-maria, porque é de grão em grão que a galinha enche o papo.
Contudo é preciso tomar cuidado para não azedar, passar do ponto, encher linguiça demais. Além disso, deve-se ter consciência de que é necessário comer o pão que o diabo amassou para vender o seu peixe. Afinal não se faz uma boa omelete sem antes quebrar os ovos.
Há quem pense que escrever é como tirar doce da boca de criança e vai com muita sede ao pote. Mas como o apressado come cru, essa gente acaba falando muita abobrinha, são escritores de meia tigela, trocam alhos por bugalhos e confundem Carolina de Sá Leitão com caçarolinha de assar leitão.
Há também aqueles que são arroz de festa, com a faca e o queijo nas mãos, eles se perdem em devaneios (piram na batatinha, viajam na maionese... etc.). Achando que beleza não põe mesa, pisam no tomate, enfiam o pé na jaca, e no fim quem paga o pato é o leitor que sai com cara de quem comeu e não gostou.
O importante é não cuspir no prato em que se come, pois quem lê não é tudo farinha do mesmo saco. Diversificar é a melhor receita para engrossar o caldo e oferecer um texto de se comer com os olhos, literalmente.
Por outro lado se você tiver os olhos maiores que a barriga o negócio desanda e vira um verdadeiro angu de caroço. Aí, não adianta chorar sobre o leite derramado porque ninguém vai colocar uma azeitona na sua empadinha, não. O pepino é só seu, e o máximo que você vai ganhar é uma banana, afinal pimenta nos olhos dos outros é refresco...
A carne é fraca, eu sei. Às vezes dá vontade de largar tudo e ir plantar batatas. Mas quem não arrisca não petisca, e depois quando se junta a fome com a vontade de comer as coisas mudam da água pro vinho.
Se embananar, de vez em quando, é normal, o importante é não desistir mesmo quando o caldo entornar. Puxe a brasa pra sua sardinha, que no frigir dos ovos a conversa chega na cozinha e fica de se comer rezando. Daí, com água na boca, é só saborear, porque o que não mata engorda.
No frigir dos ovos, nossa língua dá um grande apetite!
Veja também:
- Quem te faz feliz?
- Um mundo insano
- as escolhas da vida
- Nerd Pride - Piadas nerds
- Nerd Pride - 1 - vida universitária
- Nerd Pride - 2 - Cálculo
- Nerd Pride - 3 - Matemática
- Nerd Pride - 4 - Computação
sábado, 19 de novembro de 2011
Eu sou louco!
Adoro pensar sem medo, voar e me imaginar por aqui e por lá. E sempre adorei textos que falam de loucura. O Alienista, do Machado, é um dos meus livros preferidos. Um livro que marcou muito minha vida e minha maturidade: o li com 13 anos e odiei. E o reli com 16 e o amei. A maturidade tinha chegado, eu tinha começado a entender que a vida não é linear, que tudo tem dois lados, e que não há maior sanidade do que se permitir ser louco.
Sou um cara "certinho", sou pé no chão, não gosto de aventuras, até de avião não gosto muito (embora não deixe de viajar por isso). Tenho uma imagem clean e uso roupas discretas. Quem não me conhece de perto pode me achar um yuppie. É preciso me conhecer mais para ver minhas loucuras...
Lembro que uma vez, há uns 25 anos, uma eterna-quase-namoradinha me disse que duvidava que eu me ajoelhasse em frente dela e que saísse dançando na calçada super-movimentada, e eu fiz ambos e a deixei vermelhíssima de vergonha. Ela se achava louca e me achava quietinho. E eu a surpreendi. E faria tudo de novo, para conseguir um sorriso de alguém que amo. Não tenho nenhum medo de parecer louco, pois sei que o sou!
Não quero passar nenhuma imagem para ninguém, não me preocupo com o que os outros pensam. Alguns devem me achar um quadrado, outros me acham direitista e outros quase-comunista. Eu sou tudo isso e não sou, e também vou mudando, porque nós temos o direito de mudar! A vida nos ensina coisas e eu adoro aprender. E quando aprendemos, mudamos!
Sendo assumidamente louco, tenho que admirar músicas de loucos. Quando era muito pequeno adorava o Silvio Brito e suas músicas "tá todo mundo louco" e "espelho meu". Já na graduação, uma das minhas músicas preferidas passou a ser "Maluco Beleza" do eterno Raul . Como cantávamos essa música naquela época tão boa da vida... Veja abaixo essa música, em gravação histórica, na praia do Gonzaga, na minha amada Santos!
Vim hoje ouvindo um lindo disco do Ney Matogrosso, com músicas de primeiríssima com sua interpretação primorosa. É, sou louco em assumir que adoro o Ney, mesmo morando em Campinas e sabendo que minha turma de Santos vai me encher até o fim dos tempos por isso. Mas gosto sim do Ney, fazer o que? E entre essas músicas do disco que ouvia, uma das mais fantásticas é justamente a balada do louco.
Mais louco é quem me diz, e não é feliz!
Eu sou feliz!
Veja também:
- Eu sou criança
- Eu sou + eu
- Michael Jackson
- Queen
- Belo
Sou um cara "certinho", sou pé no chão, não gosto de aventuras, até de avião não gosto muito (embora não deixe de viajar por isso). Tenho uma imagem clean e uso roupas discretas. Quem não me conhece de perto pode me achar um yuppie. É preciso me conhecer mais para ver minhas loucuras...
Lembro que uma vez, há uns 25 anos, uma eterna-quase-namoradinha me disse que duvidava que eu me ajoelhasse em frente dela e que saísse dançando na calçada super-movimentada, e eu fiz ambos e a deixei vermelhíssima de vergonha. Ela se achava louca e me achava quietinho. E eu a surpreendi. E faria tudo de novo, para conseguir um sorriso de alguém que amo. Não tenho nenhum medo de parecer louco, pois sei que o sou!
Não quero passar nenhuma imagem para ninguém, não me preocupo com o que os outros pensam. Alguns devem me achar um quadrado, outros me acham direitista e outros quase-comunista. Eu sou tudo isso e não sou, e também vou mudando, porque nós temos o direito de mudar! A vida nos ensina coisas e eu adoro aprender. E quando aprendemos, mudamos!
Sendo assumidamente louco, tenho que admirar músicas de loucos. Quando era muito pequeno adorava o Silvio Brito e suas músicas "tá todo mundo louco" e "espelho meu". Já na graduação, uma das minhas músicas preferidas passou a ser "Maluco Beleza" do eterno Raul . Como cantávamos essa música naquela época tão boa da vida... Veja abaixo essa música, em gravação histórica, na praia do Gonzaga, na minha amada Santos!
Vim hoje ouvindo um lindo disco do Ney Matogrosso, com músicas de primeiríssima com sua interpretação primorosa. É, sou louco em assumir que adoro o Ney, mesmo morando em Campinas e sabendo que minha turma de Santos vai me encher até o fim dos tempos por isso. Mas gosto sim do Ney, fazer o que? E entre essas músicas do disco que ouvia, uma das mais fantásticas é justamente a balada do louco.
Mais louco é quem me diz, e não é feliz!
Eu sou feliz!
Veja também:
- Eu sou criança
- Eu sou + eu
- Michael Jackson
- Queen
- Belo
terça-feira, 15 de novembro de 2011
A manipulação da mídia na música
Tem certas coisas que são tão óbvias que dá até asco!
Quando dois irmãos que pertencem a uma dupla resolvem brigar em público, já é algo vergonhoso... Que belo exemplo de família! Bom, mas a história da família deles já é pública e não é exemplo em nenhum momento, desde uma exploração pelo pai... Mas aí já é outra história.
Os caras brigam um dia, e dois dias depois já estão em um programa de entrevistas de grande repercussão, usualmente GRAVADO, dizendo que voltaram! E ao longo da semana seguinte, inteira, aparecem em tudo que é programa! Todos sabemos que a agenda da TV não é algo simples, então parece muito difícil de isso acontecer assim sem ter sido planejado previamente...
Foi uma ótima estratégia de trazer à mídia uma dupla que andava bem apagada. Só falta agora eles lançarem um novo disco, que estava prontinho: aí seria descaramento demais!
Até que ponto esse povo vai continuar manipulando a imprensa? E como o povo ainda cai nesses velhos golpes publicitários?
Veja também:
- Michael Jackson
- Queen
- Belo
- Roque Santeiro
Quando dois irmãos que pertencem a uma dupla resolvem brigar em público, já é algo vergonhoso... Que belo exemplo de família! Bom, mas a história da família deles já é pública e não é exemplo em nenhum momento, desde uma exploração pelo pai... Mas aí já é outra história.
Os caras brigam um dia, e dois dias depois já estão em um programa de entrevistas de grande repercussão, usualmente GRAVADO, dizendo que voltaram! E ao longo da semana seguinte, inteira, aparecem em tudo que é programa! Todos sabemos que a agenda da TV não é algo simples, então parece muito difícil de isso acontecer assim sem ter sido planejado previamente...
Foi uma ótima estratégia de trazer à mídia uma dupla que andava bem apagada. Só falta agora eles lançarem um novo disco, que estava prontinho: aí seria descaramento demais!
Até que ponto esse povo vai continuar manipulando a imprensa? E como o povo ainda cai nesses velhos golpes publicitários?
Veja também:
- Michael Jackson
- Queen
- Belo
- Roque Santeiro
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
Nerd Pride - Piadas nerds
A compilação abaixo é do blog "engenheiro nerd". Fantástica!
O que 6 carbonos de mãos dadas estão fazendo com 6 hidrogênios na igreja?
- BENZENO!!!…
Existem somente 10 tipos de pessoas no mundo inteiro:
Aquelas que entendem essa frase e aquelas que não entendem.…
O que é pior que cair um raio na sua cabeça?
- cair um diâmetro…
Por que o urso branco se dissolveu quando caiu na água??
- Porque ele era polar!…
Porque o queijo e a manteiga são derivadas do leite?
- Porque o leite é integral! (riam após pagar cálculo 1)
Como se desmaia um vetor?
- Apaga a pontinha que ele perde o sentido.
O que a mulher do Einstein falou pra ele quando ela o viu pelado pela primeira vez??
- Nossa!!! Que físico!!
Sabe qual a diferença entre um ventilador quebrado e uma pessoa cansada?
- 30!!! Porque o ventilador quebrado NO VENTA, já se você está cansado Se Senta!!!
Qual é a resposta para a vida, o Universo e tudo mais ?
- 42 (não é uma piada é uma filosofia!)(procura no google "the answer to life the universe and everything")
Série Nerd Pride:
- Vida universitária
- Matemática
- Cálculo
- Computação
O que 6 carbonos de mãos dadas estão fazendo com 6 hidrogênios na igreja?
- BENZENO!!!…
Existem somente 10 tipos de pessoas no mundo inteiro:
Aquelas que entendem essa frase e aquelas que não entendem.…
O que é pior que cair um raio na sua cabeça?
- cair um diâmetro…
Por que o urso branco se dissolveu quando caiu na água??
- Porque ele era polar!…
Porque o queijo e a manteiga são derivadas do leite?
- Porque o leite é integral! (riam após pagar cálculo 1)
Como se desmaia um vetor?
- Apaga a pontinha que ele perde o sentido.
O que a mulher do Einstein falou pra ele quando ela o viu pelado pela primeira vez??
- Nossa!!! Que físico!!
Sabe qual a diferença entre um ventilador quebrado e uma pessoa cansada?
- 30!!! Porque o ventilador quebrado NO VENTA, já se você está cansado Se Senta!!!
Qual é a resposta para a vida, o Universo e tudo mais ?
- 42 (não é uma piada é uma filosofia!)(procura no google "the answer to life the universe and everything")
Série Nerd Pride:
- Vida universitária
- Matemática
- Cálculo
- Computação
Nerd Pride - Piadas Nerds - 4 - Computação
Bom, nós da computação somos os nerds mais conhecidos do mundo. E temos o direito de ter nossas nerdices privativas.

Série Nerd Pride:
- Vida universitária
- Matemática
- Cálculo
- Computação
Veja também:
- Estudantes ou bandidos?
- o vergonhoso movimento estudantil: 1 e 2
- acima da lei: estudantes e ricos
- Uma elite intelectual idiota
- Uma boa inspiração
- Inspirações erradas
- Cérebro de pipoca
- O valor da vida
- Aonde querem chegar?
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| Dessa eu ri sem parar, mas é só para quem fez circuitos elétricos! |

Série Nerd Pride:
- Vida universitária
- Matemática
- Cálculo
- Computação
Veja também:
- Estudantes ou bandidos?
- o vergonhoso movimento estudantil: 1 e 2
- acima da lei: estudantes e ricos
- Uma elite intelectual idiota
- Uma boa inspiração
- Inspirações erradas
- Cérebro de pipoca
- O valor da vida
- Aonde querem chegar?
Nerd Pride - Piadas nerds 3 - Matemática
Matemática era algo interessante, legal e útil. Era, pelo menos até conhecermos cálculo. E quem já teve que sofrer com integrais e derivadas, tem saudades do tempo em que a matemática era algo que fazia sentido. E gosta de enfrentar desafios...
Série Nerd Pride:
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- Matemática
- Cálculo
- Computação
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- Estudantes ou bandidos?
- o vergonhoso movimento estudantil: 1 e 2
- acima da lei: estudantes e ricos
- Uma elite intelectual idiota
- Uma boa inspiração
- Inspirações erradas
- Cérebro de pipoca
- O valor da vida
- Aonde querem chegar?
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| Veja se você descobre o erro... Poste no comentário! |
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| Esse tipo de demonstração normalmente surge após uma prova de cálculo... |
Série Nerd Pride:
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Veja também:
- Estudantes ou bandidos?
- o vergonhoso movimento estudantil: 1 e 2
- acima da lei: estudantes e ricos
- Uma elite intelectual idiota
- Uma boa inspiração
- Inspirações erradas
- Cérebro de pipoca
- O valor da vida
- Aonde querem chegar?
Nerd Pride - Piadas Nerds 2 - Cálculo
Só quem já teve que estudar cálculo, quem já teve que fazer uma demonstração de derivada com epsilons e deltas consegue entender essas piadas. São piadas de exatóides. E muito divertidas!
Tudo começa com as primeiras provas tétricas que nos mostram que não sabemos nada até entrar na faculdade, normalmente aplicadas por professores sádicos, que adoram falar coisas como "o que você faz da meia noite às seis?"....
Você tenta apelar para a religião, mas descobre que só estudando MUUUUUUITO é que vai resolver...
Ai você começa a ficar afetado com aquela calculeira, e começa a ver cálculo até onde não tem...
Por fim, tudo vira piada (depois de passarmos no semestre, claro!). E o melhor momento da vida é quando somos aprovados no último cálculo da graduação. Ufa!
Série Nerd Pride:
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- Estudantes ou bandidos?
- o vergonhoso movimento estudantil: 1 e 2
- acima da lei: estudantes e ricos
- Uma elite intelectual idiota
- Uma boa inspiração
- Inspirações erradas
- Cérebro de pipoca
- O valor da vida
- Aonde querem chegar?
Tudo começa com as primeiras provas tétricas que nos mostram que não sabemos nada até entrar na faculdade, normalmente aplicadas por professores sádicos, que adoram falar coisas como "o que você faz da meia noite às seis?"....
![]() |
| Me lembro da minha primeira prova de cálculo :-( |
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| Parece a teoria dos nú meros irreais que eu e meus amigos criamos... |
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| Buscando inspiração suprema |
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| Esse cara tá bitolado mesmo! Nunca mais vou tomar soda com prazer... |
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| Bitola extrema |
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| Continuidade natural da bitola anterior |
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- Estudantes ou bandidos?
- o vergonhoso movimento estudantil: 1 e 2
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- Inspirações erradas
- Cérebro de pipoca
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Nerd Pride - piadas nerds 1 - vida universitária
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| Quem já esteve ali embaixo, como eu, sabe como é que é :-) |
Quem já foi estudante e estudou fora de casa, e não era filhinho de papai, nem politiqueiro ou traficantezinho, sabe o que é viver com os R$ 4,00 / dia para pagar o bandejão e olhe lá!
Mas, quer saber, esse momento da vida mostra que não é dinheiro que trás felicidade: poder ficar anos a fio estudando e convivendo com amigos de verdade é incrível, foram os anos mais divertidos da minha vida. Mesmo sem grana :-)
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- Estudantes ou bandidos?
- o vergonhoso movimento estudantil: 1 e 2
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terça-feira, 8 de novembro de 2011
Um talento único e uma grande vítima!
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| Off the wall: o começo do grande Michael Jackson |
Mas Michael Jackson foi algo extraordinário, algo que dificilmente se repetirá na história do pop. Michael trouxe para as paradas de todo o mundo o ritmo negro americano. Ele começou com seus irmãos, no Jackson Five, e esses cinco trouxeram um conjunto imenso de belas canções que ficarão para sempre na memória do mundo.
No final dos anos 70, Michael começou sua carreira solo. E no disco "Off the wall" ele mostrou que não seria apenas mais um cantor pop: ele estaria acima disso. O disco está cheio de canções fantásticas, mas sem dúvida o maior destaque é o funk (funk de verdade, não aquela porcaria que se toca no RJ) "Don't stop 'till get enough", uma daquelas músicas que dá vontade de sair dançando, onde você estiver. E, por curiosidade, a música que deu origem a abertura do Video Show (vinheta é um trecho exato da música). Inclui o vídeo dessa música abaixo.
Don't Stop 'Till You Get Enough por chilavert
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| Thriller: o disco mais vendido da história |
Depois de um sucesso como Thriller, não tinha como ser diferente. Michael fez ainda uma ou outra coisa boa, mas jamais conseguiu superar sua obra prima. E, como nunca teve vida pessoal, desde pequeno foi star, não tinha estrutura para aguentar a queda: começou a mergulhar em esquisitices, a querer ser branco e a fazer um monte de besteiras. O fim dele estava claro, e veio até antes do que muitos imaginavam. Graças a um excesso de remédios que um médico aceitou lhe receitar, apesar dos riscos: médico que agora será punido por sua irresponsabilidade. O mundo perdeu um gênio. Um dos maiores cantores pops da história. O cara que definiu toda uma geração de músicas, o cara que explorou como ninguém mais a dança e o clipe. Sou e sempre serei fã do Michael!
PS. tenho que lembrar aqui que fiz questão de ir ao show do MJ no Morumbi, lá nos anos 90, junto com meu amigo de graduação "Ponto". O show foi horrendo, playback e poucas músicas, mas não me arrependo, pois foi a única chance de eu ver esse cara que entrou para a história da música e do clipe.
Veja também:
- Queen
- Belo
- Roque Santeiro
Juventude atual: Losers são os americanos...
Foi um comentário de um aluno meu que me fez escrever este post. Ele é o melhor aluno da turma de informática da Unicamp, o que já seria um orgulho para qualquer um. Além disso, não é um daqueles nerds sem "interface com usuário": é um cara que fala bem, bastante carismático e que faz sucesso com as meninas. Não é a toa que tem uma bela e inteligente namorada ao lado (e olha que mulher, bela, inteligente e Unicamp não são coisas que combinam ;-) ): ou seja, novamente é um privilegiado! Além disso, o cara está com um ótimo estágio e tem uma carreira inteira de sucesso pela frente. E justamente ESSE cara vem me dizer que se sente fracassado!
O que essa geração quer, hein? A minha geração tinha ditadura no governo, nem o prefeito da minha cidade era eleito (área de segurança nacional). A minha geração ficou desesperada para conseguir um emprego - qualquer um - quando se formou. Nós tínhamos que conviver com inflação de 40% ao mês. Eu nunca fui um bom galanteador. Mas, mesmo assim, jamais me senti derrotado. Em um momento percebi que o importante na vida não é onde chegar, mas sim o caminhar. E sempre lutei, dia após dia, por um caminhar feliz.
É desalentador ver um cara inteligente como esse meu aluno repetindo uma expressão ridícula de uma cultura mais ridícula ainda: a dos EUA. O Brasil não é EUA, jovens! Aqui, nossa preocupação é ser feliz, não o estereotipado "loser". O loser para os estadosunidenses é quem não tem uma casa, outra de praia, uma SUV e uma lancha. Ou seja, quem não movimenta o capitalismo. Esse conceito não se preocupa com o ser humano, mas sim com o consumismo per se. Ok, meu aluno não tem uma SUV: que bom para a natureza, menos um poluindo o mundo sem necessidade! Não tem uma lancha: que bom para ele que não tenha essa preocupação em manter algo inútil por 360 dias do ano ou mais. Não tem uma casa de praia: será mais divertido dividir o aluguel de um kitch em Ubatuba com sua bela turma de amigos! (amigos que o admiram, pois eu conheço a turma) E tem uma namorada inteligente que gosta dele, o que alguém que precisa ganhar dinheiro para tudo o que os estadosunidenses acham importante, não terá (ou se tiver, não terá tempo de desfrutar bons momentos ao lado).
O Brasil é a terra do Didi que capitalizou como ninguém a cultura nacional. Onde o importante não é ter grana, mas conseguir levar a vida de forma divertida, dando balões nas dificuldades. O Brasil é o lugar onde vemos, com mais clareza, a verdade: executivos morando no Morumbi com uma vida atribulada, sem amor em família, sem tempo para o lazer e sempre preocupados com a violência. E pobres nas favelas do Rio, com seus churrascos na laje, pagodinho na mesa do bar da esquina e uma "nega" que o ama de paixão. Lógico que os pobres tem problemas, não tenho a menor dúvida disso, mas na média eles são mais felizes. Eu que tenho a felicidade de poder ter convivido demais com gente dos dois extremos, não tenho dúvidas que o extremo mais pobre é mais feliz.
Então, caro aluno, deixe de besteira. Você é um privilegiado, tem que parar de bobeira e lembrar todo o dia o quanto tem sorte na sua vida. Ao final do dia, independentemente de religião, pare um minuto e lembre-se das coisas boas que tem e agradeça a vida! É bom nós sairmos do dia a dia e agradecermos o privilégio que é estar vivo e poder ter a vida que temos. Você é jovem, saudável, tem estudo de primeira linha, tem emprego, tem namorada, tem amigos que lhe adoram: que mais alguém pode querer? Assuma-se brasileiro, esqueça essa mania gringa de sempre querer mais, e seja feliz. A felicidade está na sua frente, abra os olhos e aproveite, pois momentos como o seu atual, são raros, e muito poucas pessoas conseguem tê-lo!
PS. e o distinto aluno ainda ganhou o prêmio de melhor iniciação científica do ano. Ah se todos fossem fracassados como ele :-)
Veja também:
- aonde querem chegar?
- amor e sexo
- Adeus a Amy,
- inspiração boa e ruim,
- cérebro de pipoca
- valor da vida
O que essa geração quer, hein? A minha geração tinha ditadura no governo, nem o prefeito da minha cidade era eleito (área de segurança nacional). A minha geração ficou desesperada para conseguir um emprego - qualquer um - quando se formou. Nós tínhamos que conviver com inflação de 40% ao mês. Eu nunca fui um bom galanteador. Mas, mesmo assim, jamais me senti derrotado. Em um momento percebi que o importante na vida não é onde chegar, mas sim o caminhar. E sempre lutei, dia após dia, por um caminhar feliz.
É desalentador ver um cara inteligente como esse meu aluno repetindo uma expressão ridícula de uma cultura mais ridícula ainda: a dos EUA. O Brasil não é EUA, jovens! Aqui, nossa preocupação é ser feliz, não o estereotipado "loser". O loser para os estadosunidenses é quem não tem uma casa, outra de praia, uma SUV e uma lancha. Ou seja, quem não movimenta o capitalismo. Esse conceito não se preocupa com o ser humano, mas sim com o consumismo per se. Ok, meu aluno não tem uma SUV: que bom para a natureza, menos um poluindo o mundo sem necessidade! Não tem uma lancha: que bom para ele que não tenha essa preocupação em manter algo inútil por 360 dias do ano ou mais. Não tem uma casa de praia: será mais divertido dividir o aluguel de um kitch em Ubatuba com sua bela turma de amigos! (amigos que o admiram, pois eu conheço a turma) E tem uma namorada inteligente que gosta dele, o que alguém que precisa ganhar dinheiro para tudo o que os estadosunidenses acham importante, não terá (ou se tiver, não terá tempo de desfrutar bons momentos ao lado).
O Brasil é a terra do Didi que capitalizou como ninguém a cultura nacional. Onde o importante não é ter grana, mas conseguir levar a vida de forma divertida, dando balões nas dificuldades. O Brasil é o lugar onde vemos, com mais clareza, a verdade: executivos morando no Morumbi com uma vida atribulada, sem amor em família, sem tempo para o lazer e sempre preocupados com a violência. E pobres nas favelas do Rio, com seus churrascos na laje, pagodinho na mesa do bar da esquina e uma "nega" que o ama de paixão. Lógico que os pobres tem problemas, não tenho a menor dúvida disso, mas na média eles são mais felizes. Eu que tenho a felicidade de poder ter convivido demais com gente dos dois extremos, não tenho dúvidas que o extremo mais pobre é mais feliz.
Então, caro aluno, deixe de besteira. Você é um privilegiado, tem que parar de bobeira e lembrar todo o dia o quanto tem sorte na sua vida. Ao final do dia, independentemente de religião, pare um minuto e lembre-se das coisas boas que tem e agradeça a vida! É bom nós sairmos do dia a dia e agradecermos o privilégio que é estar vivo e poder ter a vida que temos. Você é jovem, saudável, tem estudo de primeira linha, tem emprego, tem namorada, tem amigos que lhe adoram: que mais alguém pode querer? Assuma-se brasileiro, esqueça essa mania gringa de sempre querer mais, e seja feliz. A felicidade está na sua frente, abra os olhos e aproveite, pois momentos como o seu atual, são raros, e muito poucas pessoas conseguem tê-lo!
PS. e o distinto aluno ainda ganhou o prêmio de melhor iniciação científica do ano. Ah se todos fossem fracassados como ele :-)
Veja também:
- aonde querem chegar?
- amor e sexo
- Adeus a Amy,
- inspiração boa e ruim,
- cérebro de pipoca
- valor da vida
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Homenagem aos finados dormindo...
Acordei no meio desta noite com o choro do baby... Estava sonhando, um sonho muito culto e adequado ao dia: estava sonhando que havia encontrado o Mário Lago e fui lá conversar com ele e pedir um autógrafo. É pena que o Mário já tenha ido embora, o Mário que faria 100 anos agora. Sobre ele falei neste post.
Ao chegar aos 40, começamos a perder tantas pessoas que nos são tão importantes, pessoalmente, ou por admiração, que o dia 2/11 nos traz reflexão. Refletirmos sobre o quão curta é nossa vida e o quão tristes são as perdas. Mas que "the show must go on" e o que melhor podemos fazer em homenagem a todos os que já foram é tentarmos ser o mais felizes possível. E deixar felizes quem ainda está por aqui.
Uma homenagem aqui aos meus queridos parentes que se foram, tios Fernando, Zé Luis, Cacilda, Armando, Hilário, Paulo, avós Zé, Ana e Renato e ao meu colega de turma da Unicamp, que nos deixou bem no início do curso.
Uma homenagem aos políticos decentes que me fizeram acreditar que dá para ser diferente: Mário Covas, Ulisses, Montoro, Tancredo...
Uma homenagem ao Senna (vide aqui), o maior herói esportivo dos últimos tempos no país. E até aos irreverentes Mamonas e Bussunda, que nos faziam tanto sorrir.
E vamos em frente, curtindo essa vida curta, em honra dos que já foram.
Veja também:
- Divulgue e apoie o projeto Mário Lago 100 anos
- O melhor presidente
- Um grande líder
- Um exemplo de pessoa
Ao chegar aos 40, começamos a perder tantas pessoas que nos são tão importantes, pessoalmente, ou por admiração, que o dia 2/11 nos traz reflexão. Refletirmos sobre o quão curta é nossa vida e o quão tristes são as perdas. Mas que "the show must go on" e o que melhor podemos fazer em homenagem a todos os que já foram é tentarmos ser o mais felizes possível. E deixar felizes quem ainda está por aqui.
Uma homenagem aqui aos meus queridos parentes que se foram, tios Fernando, Zé Luis, Cacilda, Armando, Hilário, Paulo, avós Zé, Ana e Renato e ao meu colega de turma da Unicamp, que nos deixou bem no início do curso.
Uma homenagem aos políticos decentes que me fizeram acreditar que dá para ser diferente: Mário Covas, Ulisses, Montoro, Tancredo...
Uma homenagem ao Senna (vide aqui), o maior herói esportivo dos últimos tempos no país. E até aos irreverentes Mamonas e Bussunda, que nos faziam tanto sorrir.
E vamos em frente, curtindo essa vida curta, em honra dos que já foram.
Veja também:
- Divulgue e apoie o projeto Mário Lago 100 anos
- O melhor presidente
- Um grande líder
- Um exemplo de pessoa
Lembrando outubro
E lá se vai mais um mês, o mês em que este blog comemorou 1 ano. E não poderia ter sido uma comemoração mais incrível.
Foram 38 posts, o maior número da história do blog em um mês, sendo que 10 comemorando o primeiro aniversário e destacando os 10 posts mais lidos da história (vide este post). O número de visitações foi muito acima de qualquer expectativa: se até agosto este blog tinha chegado no máximo a 1200 visitações mensais e em setembro a 1500, o mês de aniversário teve mais de 2000 visitas!
Mas o mais incrível é que entre os dez posts mais lidos no blog, três foram escritos no último mês. Um fala sobre o maravilhoso grupo Queen e o coral Zíper na Boca da Unicamp e já teve mais de 100 visitas (vide aqui). Outro, com quase cem visitas, comenta as memórias da minha graduação e a velha linha 3.60 (o vermelhão, vide aqui). E o terceiro, com mais de 80 visitas, fala sobre a beleza da mulher, destacando a Paola Oliveira (vide aqui). E ainda pode-se destacar o post de despedida ao Steve Jobs, com mais de 50 visitas em menos de um mês (vide aqui).
Muito obrigado a todos pela leitura. E conto com vocês para levar ainda mais longe as discussões e as polêmicas deste blog.
Foram 38 posts, o maior número da história do blog em um mês, sendo que 10 comemorando o primeiro aniversário e destacando os 10 posts mais lidos da história (vide este post). O número de visitações foi muito acima de qualquer expectativa: se até agosto este blog tinha chegado no máximo a 1200 visitações mensais e em setembro a 1500, o mês de aniversário teve mais de 2000 visitas!
Mas o mais incrível é que entre os dez posts mais lidos no blog, três foram escritos no último mês. Um fala sobre o maravilhoso grupo Queen e o coral Zíper na Boca da Unicamp e já teve mais de 100 visitas (vide aqui). Outro, com quase cem visitas, comenta as memórias da minha graduação e a velha linha 3.60 (o vermelhão, vide aqui). E o terceiro, com mais de 80 visitas, fala sobre a beleza da mulher, destacando a Paola Oliveira (vide aqui). E ainda pode-se destacar o post de despedida ao Steve Jobs, com mais de 50 visitas em menos de um mês (vide aqui).
Muito obrigado a todos pela leitura. E conto com vocês para levar ainda mais longe as discussões e as polêmicas deste blog.
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