quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Bom programa infantil - circo da Mônica

No último mês levei minhas crianças para um programa muito legal, pouco concorrido e com preço bem interessante: o circo da Mônica
Para todos os pais que ficam pensando onde levar suas crianças, recomendo fortemente. Tem várias atrações boas de circo, como malabaristas, equilibristas, trapezistas, palhaços, etc. E tem também a turma da Mônica, cantando e encantando as crianças. É uma ótima oportunidade de introduzir as crianças na arte do circo e também de assistir a um circo mantendo as crianças felizes também.
Para quem é de Sampa, imperdível. Para quem não é, a vantagem é que fica muito perto da saída da Bandeirantes, sem necessidade de pegar muito trânsito.
Recomendo! Mas veja logo, no site tá dizendo que são os últimos dias!
Agora, a pergunta que não quer calar é: quando é que o Maurício de Sousa reabrirá o parque da Mônica? Não quero levar minhas babies para o Parque da Xuxa, ninguém merece, tem que ser algo mais cultural....

Veja também:
Maurício de Sousa
É responsabilidade dos pais: TV

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Valeu, Santos!

Meu time jogou ontem e perdeu feio do Barcelona. Sim, esta é a verdade, única e absoluta, tomamos um baile.
Mas para aqueles que não sabem a hora certa de brincar, e querem ficar tripudiando em um momento triste como este, gostaria de lembrar a restrospectiva somente após os anos 2000. Isto porque, se formos falar de história, ninguém em sã consciência vai comparar o time do Santos do Pelé a qualquer outro que já existiu no país, né? Então, para evitar a covardia, vou falar só deste milênio:- o Santos tem QUATRO - 4 títulos paulistas neste período, é o maior ganhador do milênio!
- o Santos tem DOIS - 2 títulos brasileiros neste período. Só o SP tem mais que ele!
- o Santos tem uma LIBERTADORES e um vice - só o Internacional foi melhor que ele! E tem gente que nunca chegou nem perto disso.
Este time do Santos é histórico, deu muitos shows ao longo do ano. É um futebol bonito, que dá gosto de ver. E o primeiro time do Santos, desde a era Pelé, a chegar no mundial e a ganhar uma Libertadores, honra que muita gente gostaria de ter! E tem o maior craque que eu já vi jogar com a camisa branca: o Neymar, que dribla como o Robinho, mas é muito mais eficaz. Além disso, consegue como nenhum outro time já fez no Brasil nos últimos 50 anos, manter no seu plantel um jogador desse calibre.
Mas ontem deu tudo errado. O Muricy, que é um ótimo técnico, foi covarde e tentou montar uma retranca contra um time excepcional: todo mundo sabia que isso não daria certo, ainda mais com uma defesa fraca como a do Santos. Óbvio, não deu. Se o jogo era para ser um duelo Neymar X Messi, acabou sendo um duelo Messi X Durval, e aí é covardia, né? O grande destaque do time foi o belíssimo goleiro Rafael, mais uma grande descoberta da base do Santos, base que muito me orgulha! Mas o coitado do Neymar não teve culpa, pois não recebeu a bola praticamente nunca. Se o Muricy tivesse um pouco mais de coragem, provavelmente perderíamos, mas seria um jogo muito mais interessante, como foi o jogo contra o Flamento este ano, no qual também perdemos. Mas fiquei feliz ao ver o Neymar dizendo que o Barça deu uma aula de futebol: um cara com a idade dele ter tamanha humildade e honestidade, é coisa para poucos.
Também fiquei feliz ao ver o quanto nossos jogadores, como o Neymar e o Elano, realmente estavam profundamente abatidos no final do jogo. Isso mostra que eles são mais que "profissionais" da bola, que realmente queriam entrar para a história do nosso time. É um time comprometido e histórico, cheio de santistas de coração jogando, o que é difícil de ver no futebol de hoje.
Pois bem, perdemos, e diferentemente do que faz a torcida dos maiores críticos, não vou usar a camisa do Santos nas próximas semanas: não me orgulho em perder! Mas me orgulho muito de ser santista, de ser torcedor de um time que não precisa ter a maior torcida, nem roubar, nem usar dinheiro público, nem ser parceiro do Ricardo Teixeira, para conseguir fazer história. Valeu meu Santos, desta vez não deu, paciência! Mas a busca pela terceira estrela está só começando!

Veja também:
- Pêsames e parabéns aos Corinthianos
- Futebol não vale tudo isso
- Por que estou tão feliz
- Momento de GRANDE felicidade
- A copa que envergonha o Brasil
- E a olimpíada? Mais absurdos...

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

DinoCamp: o marketing

Já falei de duas estratégias brilhantes do Paulo Renato para atrair a atenção para a nossa universidade: a festa de dezenas de milhares de pessoas que era a UAP e o vestibular revolucionário e nacional. Tudo isso fazia parte de uma estratégia maior, trazendo divulgação e mídia para cá.
No início dos anos 90, nada na TV era mais ligado à geração jovem da época que o revolucionário "Casseta&Planeta". E um dos bordões mais usados da turma do Casseta era, justamente, "pesquisadores da Unicamp de Campinas inventaram... " e lá vinha mais uma absurda "invenção". Bom, Campinas também sempre foi bem citada pelos Cassetas, mas por outro motivo ;-) (vide aqui)
O programa Casseta usava o bordão porque a Unicamp na época estava em iminência. Todo mundo sabia que era uma universidade de ponta, com pesquisas incríveis. E não saía da mídia. Todo esse marketing, certamente, mudou o patamar da Unicamp no Brasil. E foi uma estratégia louvável, pois obviamente também trouxe para cá alunos de todos os cantos do país, e até de fora, atingidos pela propaganda indireta e gratuita que tínhamos nos grandes meios de comunicação.
É interessante ver o quanto um gestor de primeira pode revolucionar uma universidade como a Unicamp. A grande questão é como garantir que os seus sucessores mantenham o trabalho que você fez... E se o Paulo Renato foi um reitor único, seu grande erro foi não ter formado sucessores com 1/3 da sua visão...

Veja também:
- Dinocamp: UAP e Vestibular
- Momento retrô: de volta ao 3.60
- O reitor Paulo Renato
- A nova política estudantil
- Aos meus grandes professores
- Viva Campinas! 

DinoCamp: o vestibular

O clima era mágico para quem vivia a juventude no final dos anos 80: o país saía da ditadura, tínhamos talvez o melhor congresso que esse país já escolheu (os senadores de SP eram FHC, Covas e Suplicy, só para dar um exemplo), tínhamos governadores eleitos, um novo mundo se desenhava à nossa frente: um sonho de um país democrático, livre e de futuro.
E foi exatamente nesse momento que o visionário Paulo Renato, nosso eterno reitor, lançou um slogan extremamente sedutor para aquela juventude : não queremos alunos bitolados, que decoram fórmulas e são treinados para fazer testes. Queremos alunos com capacidade de analisar e escrever, alunos críticos, que conseguem integrar seus conhecimentos em provas bem elaboradas que exigem visão abrangente. Naquele momento a Unicamp deixava a Fuvest e criava o seu próprio vestibular, que revolucionou o país, e exigiu mudanças profundas nas escolas e cursinhos que preparavam os alunos para os antigos vestibulares....
Para alguém da minha geração, era um apelo fantástico. E entrar na Unicamp deixava de ser apenas entrar em uma ótima universidade, mas também uma prova que não eramos um bando de nerds alienados, tínhamos atitude diferente, pessoas críticas, que gostavam e tinham capacidade de discutir. Foi em uma reunião da minha turma com a liderança do vestibular no ano de 88 que nos foi indicado que pesquisas comprovavam o perfil mais dinâmico e crítico dos alunos que entravam naquele novo vestibular.
Mas há um ano, novamente, a Unicamp tomou a decisão errada. E destruiu mais uma conquista do Paulo Renato. Desde o vestibular deste ano, o vestibular passou a ser na primeira fase, novamente, teste de múltipla escolha. O argumento é que o vestibular antigo era "caro" de se corrigir. Eu e um pequeno grupo de professores fomos contra, porque acreditamos que aquele vestibular era a cara da Unicamp e também selecionava alunos com o perfil que gostamos. Além disso, acreditamos que há muita gordura para cortar em áreas muito menos nobres que a seleção dos futuros alunos. Mas infelizmente fomos vencidos pela visão burocrática e curta dos "gestores" atuais da nossa universidade. Que certamente continuará a ter alunos brilhantes, mas talvez sem aquele diferencial de postura crítica e capacidade de argumentação que tínham os alunos até agora.

Veja também:
- DinoCamp: UAP
- Momento retrô: de volta ao 3.60...
- O reitor Paulo Renato
- A nova política estudantil
- Aos meus grandes professores

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

DinoCamp: a UAP

Vou começar com este post uma série que há muito planejava escrever. Uma série de um dinossauro que arrasta sua barriga gigante pelos campos da nossa querida Unicamp há 25 anos. Para os antigos matarem saudades de suas histórias. E para os novos conhecerem como as coisas eram por aqui no passado.
Não poderia ser diferente, tenho que começar pelo começo. E o começo de tudo, para mim, foi a reviravolta que a Unicamp teve com um dos dois reitores realmente marcantes que ela teve: o Paulo Renato. Paulo Renato que há pouco nos deixou, depois de muito ter feito pelo país (vide este post).
O Paulo Renato resolveu que a Unicamp precisava mudar de patamar, precisava ser grande, ser conhecida. Começou com um evento histórico, memorável, a Universidade Aberta ao Público (UAP). Foram umas 5 edições naquele formato: um evento aberto, uma grande festa, onde excursões de todos os cantos vinham conhecer a Unicamp, que abria seus laboratórios para os jovens dos nível médio se apaixonarem pela ciência.
Foi o que aconteceu comigo: eu pensava em estudar na USP, muito mais perto de Santos, mas depois que vim visitar a UAP, em 1986, e vi um laser funcionando, e comi salsicha feita apenas com proteína saudável na engenharia de alimentos, e cientistas brincando de magia com misturas químicas, além de todo aquele "calor" que vinha de dezenas de milhares de "pré-bixos" rodando pela universidade, decidi que aqui seria meu lugar. Voltei em 1987, só para confirmar que queria ser um aluno do antigo DCC, departamento de computação que pertencia ao Instituto de Matemática. E entrei aqui em 88, depois de cancelar a matrícula que já tinha feito na USP, que me chamou primeiro no vestibular: e não me arrependo disso, jamais! Muito embora nunca mais tenha comido salsicha, nem visto laser, nem mesmo aquelas gatinhas que passeavam pelos gramados no dia da UAP :-D
A UAP tinha o clima dos jovens, tinha a visão do Paulo Renato de transformar a universidade pública em algo popular. Mas depois do Paulo Renato, a linhagem conservadora, chata mesmo, de professores, pressionou a reitoria para acabar com aquela "bagunça" que era a UAP. E a festa histórica e inesquecível do Paulo Renato virou a UPA, uma coisa burocrática, onde alunos precisam se inscrever antes para normalmente assistir a apenas uma palestra chata de professores nada simpáticos falando coisas que eles achariam facilmente no google, sobre apenas um curso. Como quase tudo na Unicamp, a ideia original que era fantástica se perdeu em meio à burocracia e a falta de objetividade dos gestores desta que é a melhor universidade do Brasil, segundo o último exame nacional.
Saudades do Paulo Renato, saudades da UAP. Mas ainda orgulhoso de ter sido aluno e de ser professor da Unicamp!

Veja também:
Momento retrô: de volta ao 3.60
DinoCamp: o vestibular
DinoCamp: o marketing 

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Homens sinceros e mulheres inteligentes

Sou um admirador convicto das mulheres: são lindas, loucas, insinuantes, confusas, charmosas, todas perfeitas em suas imperfeições. As mulheres são o maior investimento que os homens já fizeram: aquela costela não servia para nada mesmo ;-)
Mas tem coisas que me decepcionam no sexo oposto. Como é que pode, ainda hoje, existirem mulheres que querem que seus namorados/maridos/etc. digam que "só tem olhos para elas"? Vamos começar esclarecendo para essas moças sonhadoras que existem três tipos de homens:
- os que não gostam de mulheres;
- os que não resistem à dar uma olhadinha para belas mulheres;
- os mentirosos.
A mulher que pede para o seu companheiro jurar que não tem olhos para nenhuma outra ou quer um companheiro gay ou mentiroso. Porque homens, por definição, tem atração por mulheres. E, tudo o mais, é pura enganação.
Isso não tem nada a ver com ser cafajeste. Não estou falando que homens sempre traem suas mulheres. Está na hora de as mulheres entenderem que dar uma olhada, discreta, quando não estamos na frente da amada, para, digamos, um bumbum bem feito não quer dizer que eu farei de tudo para ficar com a dona daquela "opulência". É apenas admiração, da mesma forma que eu olhar para uma Ferrari que passa na rua não quer dizer que eu quero comprar uma, muito menos que eu posso :-) Lógico que se essa olhada for óbvia e evidente, já vira um flerte, uma paquera, aí já deixa de ser admiração e passa a ser interesse em traição...
E, quando são "seres inatingíveis", como atrizes? Aí a coisa é ainda mais ridícula. Por que uma mulher se incomoda se seu amado acha uma moça da TV bonita? Ela se acha a única mulher bonita do planeta? Aí já falta humildade, né? Da mesma forma que eu não me incomodo em saber que minha esposa adora observar o Tom Cruise, eu também me dou ao direito de admirar a Zeta-Jones ou a Paola Oliveira (vide este post). Não são pessoas com quem eu conviva, são tão reais como uma pintura abstrata para nossa realidade... E não acho que faça sentido ter ciúmes da Monalisa ;-)
Então, fica assim combinado: ninguém deve trair ninguém, um casal deve muito se respeitar, especialmente quando estão lado a lado. Mas, mulheres, não peçam para seus homens deixarem de ser homens: eles vão sim achar outras mulheres lindas, simpáticas, sexys, eles vão comentar com seus colegas sobre aquele par de coxas perfeitos ou aquele decote desconcertante. Porque eles são homens e homens gostam - muito - de mulheres. Se vocês não são assim, talvez seja cultural, talvez hormonal, ok, mas homens são naturalmente assim. E isso não os fará piores ou melhores, só os fará homens!
Mulheres inteligentes, o mundo não é um conto de fadas: não peçam para os homens prometerem que não olharão para mais ninguém, pois será uma promessa vazia. Não fiquem com raiva se eles acharem outras bonitas, até porque pior que eles falarem para vocês que acham alguém charmosa, é não falar: "cão que ladra não morde", "quem não deve, não teme". Não queiram que eles só pensem em vocês: a vida tem outras coisas interessantes também, você não é a única coisa maravilhosa da galáxia!
Homens sinceros: falem a verdade, não prometam o que não vão conseguir cumprir, respeitem suas amadas!
Espero que a verdade sobressaia e que as pessoas a cada dia mais se amem, com sinceridade, paixão e respeito. Pois só o amor vale a pena!

Veja também:
amor e sexo 
Ame e dê vexame
O amor não pode ser complicado
Quem te faz feliz?

A beleza da mulher
A beleza tem que ser decantada: viva Paola!
A beleza é sempre natural

A auto-mutilação que virou fashion...

O cinismo da sociedade: pedofilia

Pêsames e parabéns aos Corinthianos

Vou fazer um esforço para fazer um post sem paixão, bem racional. Vamos ver se consigo :-(
O "doutor" na melhor seleção que já existiu
Sou mesmo, e muito, anticorinthiano. E não tenho nenhum problema em assumir isso. E sabe porquê? Já falei das origens disso lá na minha infância neste post. Mas, também, porque não me identifico com grosserias e má-educação, e ao vencer ontem, só para dar um exemplo, a maioria dos corinthianos não festejou sua vitória, mas quis esculhambar os seus concorrentes: a palavra que mais vi nas redes sociais é "chupa". Ou seja, os corinthianos não ganham para ficar felizes, não tem orgulho do seu time, na verdade eles ganham para provocar e desrespeitar os oponentes! Não consigo imaginar como alguém que ganhou um campeonato nacional fica só preocupado com outros torcedores e "se esquece" de festejar... Aliás, consigo: quando os corinthianos tiverem mais amor próprio, eles entenderão que não precisam ficar se preocupando tanto com os outros. Mas eles claramente ainda se sentem "menores" e ganhar é uma necessidade de auto-afirmação, de querer provar para os outros que eles não são tão ruins assim. E tentam minimizar os títulos dos outros e até o Pelé (o maior ídolo brasileiro) para não aceitar ser o que são. O dia que os corinthianos deixarem de ter baixa estima e começarem a  respeitar todos os outros, quem sabe eu deixo de ser anti-corinthiano. Enquanto esse "bando de loucos" achar razoável falar "chupa" para comemorar um título, minha maior felicidade será a tristeza deles...  Só para comparar, vou dar um exemplo de um time que não é o meu: quando o SP ganha, os São Paulinos empinam o nariz e se mostram superiores, o que faz sentido para um time que tem três títulos mundiais...Sim, ganhar é para ser um orgulho para si e não uma provocação para os outros...
Vamos e venhamos, o Corinthians até os anos 80 era um time estritamente paulista, onde tem uma força incrível (embora tenha passado muitos anos sem nenhum título nos anos 70). Seu primeiro título no nacional foi nos anos 90. E não tem nenhuma repercussão mundial. Isso não é vergonha para ninguém, pois o importante é crescer dia após dia e é fato que o Corinthians está ganhando espaço nos últimos anos. Mas entender a verdade e não querer, com grosseria, tentar desvalorizar o mérito dos outros, é muito importante... Eu assumo que o maior time dos últimos 20 anos no Brasil foi o SP e isso não me faz mal e nem me faz menos Santista... Mas os corinthianos precisam se achar melhor do que todos, e isso eles não são, pelo menos por enquanto.
De qualquer forma, parabéns pelo título. Desta vez, se houve tendência de juízes (o que não é improvável, com o Sanches e o Ronaldo na CBF, que deu um estádio para o time da zona leste) não foi, certamente, tão determinante. O título veio graças a uma campanha regular, de um time que aproveitou que só tinha o Brasileiro para somar o máximo de pontos possível. E isso é uma boa forma de ganhar campeonato. Vocês devem ter orgulho disso. Diferentemente do título de 2005, roubado absurdamente! Só corinthiano tem coragem de lembrar daqueles 7 X 1 contra o Santos naquele ano, querendo nos atingir, e se esquecendo que esse "amplo" resultado ocorreu porque o time do Santos se cansou de ser roubado descaradamente no jogo e ficou transtornado: sim, eu não tenho vergonha de ter perdido de 7 X 1 porque não foi um jogo justo e até o equilibrado Giovanni, um dos maiores ídolos do meu time, ficou p. com aquele juiz ridículo! Este também é um motivo de ser anti-corinthiano: parece que os corinthianos se orgulham de ganhar roubado, não tem vergonha disso...
E meus pêsames pelo Sócrates. Em um time onde a maioria dos heróis são "coisas" que nem jogam tudo isso e não são um exemplo de inteligência, o Doutor foi uma grata excessão. Inteligente e culto, deu um toque de elegância à maior seleção que este mundo já viu: a de 82. E talvez tenha sido o jogador mais identificado com a torcida do time da zona leste que eu já vi. É uma pena que os corinthianos, em sua maioria, tenham se esquecido dele até sua morte, cultuando "coisas estranhas" como Adriano, Marcelinho Carioca, Viola, etc.... Mas, pelo menos ontem, um pouco tarde é fato, se lembraram do grande jogador, e cidadão, que foi o doutor.  Neste ponto me orgulho de ser santista: jamais deixamos de cultuar o Pelé, nosso ídolo máximo...
Então, corinthianos, parabéns pelo título (odeio ter que falar isso, mas sei que tem corinthianos que lêem meu blog) e pesâmes pelo magrão.E lembrem-se que futebol não vale tudo isso!


PS. aos mal-educados de plantão (sempre têm!) já deixo claro que comentários do tipo "chupa" ou piores não serão publicados...

Veja também:
- Futebol não vale tudo isso
- Por que estou tão feliz
- Momento de GRANDE felicidade
- A copa que envergonha o Brasil
- E a olimpíada? Mais absurdos...