Para aqueles que adoram o UFC, gostaria de ver se concordam com colocarmos crianças para lutar para ganhar IBOPE (vide esta notícia). Pois é, o UFC não vê limites para violência, tudo vale a pena para ganhar dinheiro. Como valia a pena encher o Coliseu para ver os cristãos lutar contra leões. Afinal, o Galvão Bueno disse que os lutadores do UFC são os "gladiadores do terceiro milênio", como se isso fosse um grande elogio, e não uma absurda volta a carnificina romana de dois milênios atrás.
No primeiro post que falei sobre o absurdo que é o UFC (vide aqui) citei o Ted Boy Marino, comparando a carnificina atual ao telecatch dos anos 60, muito mais divertido e muito menos violento. E hoje, infelizmente, o Ted nos deixou (vide notícia aqui). Eu nunca vi uma luta do Ted, pois nasci depois de ele parar de lutar, e não considero bater nos outros um esporte. Mas acompanhei muito ele, como o personagem "fortão" de muitos anos no programa dos trapalhões. Ele me fez rir muito quando criança. E deixa saudades. Já o UFC, só me trás uma profunda vergonha de ser um ser humano, uma espécie que se diz superior, mas que ainda acha que violência é diversão.
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