Em quase 20 anos como professor universitário, uma coisa ficou muito clara para mim: acompanhei jovens muito inteligentes que nunca chegaram muito longe, porque, embora inteligentes, faltava à eles a vontade. Por outro lado, muitos jovens com mais dificuldade para aprender, com problemas financeiros, com limitações as mais variadas que poderiam ter servido de desculpas para terem uma vida sem destaque, com força de vontade, com gana, com esforço, chegaram muito longe. Com base nessa experiência cunhei uma frase: "quem quer, faz; quem não quer, acha uma desculpa".
Vivemos um momento no nosso país onde as desculpas andam muito em moda. Onde pessoas justificam sua falta de progresso por questões as mais variadas. Onde se tenta culpar os outros, o preconceito, o mundo, etc., por uma vida medíocre. O governo atual adora fomentar isso, porque é com o "coitadismo" que tenta angariar votos para si, colocando-se como o protetor dos "prejudicados": mas ele precisa que os prejudicados não tenham sucesso para continuar tendo votos....
Mas a vida já me provou que o sucesso não depende de raça, origem ou opção sexual: já vi pessoas de todas as classificações possíveis, com origens humildes ou de alta classe, distribuírem-se entre pessoas com sucesso e pessoas com vidas medíocres. O que diferenciou um grupo do outro? De um lado, pessoas que nunca deixam de lutar, que se esforçam, que trabalham muito, que acreditam em si; do outro pessoas preguiçosas, sem vontade, que preferem culpar os outros e o mundo a tirar a bunda da cadeira e se mexer.
O vídeo dessa oriental no TED é fantástico, porque ela discute muito melhor que eu isso (além de ser mais bonita e simpática). Além disso, nada melhor que uma oriental, mulher, de uma "minoria", mas de uma minoria que tem no sangue a cultura do esforço, da dedicação, para falar sobre esse tema.
E você, jovem? Vai continuar se sentindo o coitado, o desafortunado, e buscando desculpas para não chegar onde quer? Ou vai botar a faca no dente e enfrentar essa selva que é a vida de frente, com toda a vontade que você tem aí no fundo do seu peito?
Veja também:
(TED) Os 8 segredos para o sucesso
Meu filho, você não merece nada!
Não fuja da dor
Psicologismo agudo
As escolhas da vida
Você pode chegar lá
Quem te faz feliz?
Um mundo insano
Prá que esperar o meteoro? (QueNerd)
Juventude atual:
- O que as escolas não ensinam
- aonde querem chegar?
- amor e sexo
- Adeus a Amy,
- inspiração boa e ruim,
- cérebro de pipoca
- valor da vida
Não gaste muito dinheiro para prejudicar crianças
A verdade tem que ser dita, sem medo de polêmicas. Tentando discutir as coisas com profundidade, sem me preocupar em ser politicamente correto.
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sábado, 9 de maio de 2015
terça-feira, 28 de maio de 2013
Pais devem aceitar um fato: as crianças vão sofrer
Abaixo um belo texto sobre educação de filhos que retirei do site da Veja. Se quiser ler o texto completo com toda uma boa formatação, visite o site deles clicando aqui.
Veja também
Meu filho, você não merece nada!
Quem te faz feliz?
Não fuja da dor
Psicologismo agudo
As escolhas da vida
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Prá que esperar o meteoro? (QueNerd)
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O projeto Educar para Crescer – iniciativa do Grupo Abril, ao qual está ligada a Editora Abril, que publica VEJA — promoveu um debate nesta terça-feira, em São Paulo, sobre o papel dos pais no processo de formação de seus filhos. Para isso, convidou a psicanalista Magdalena Ramos, responsável pelo núcleo de família do Instituto Sedes Sapentiae, e a psicopedagoga Vera Barreira, orientadora pedagógica da Escola da Vila. Do encontro, saiu uma importante constatação: os pais estão excessivamente preocupados com a felicidade de seus filhos e, por isso, têm dificuldades para impor limites e dizer "não" a eles. "É um grande equívoco achar que, dando tudo o que seu filho pede, você vai evitar que ele sofra ou se frustre. A falta de limites cria crianças mimadas, mandonas e com problemas de socialização", disse Magdalena. "Seu filho vai se frustrar e chorar, querendo você ou não. Por isso, aceite isso e imponha limites." Confira a seguir orientações das especialistas:
'Aceite um fato: em algum momento, seu filho vai sofrer'
Os pais se preocupam muito com a felicidade de seus filhos. Não há, é claro, nada de errado nisso. O problema aparece quando a preocupação excessiva leva os pais a atender todos os desejos das crianças. Isso é um grande equívoco e pode acarretar sérios problemas à socialização delas. É preciso impor limites e aceitar que, em algum momento, seu filho vai chorar e sofrer.Comentário de Magdalena Ramos: "Atendo no consultório muitos pais que se sentem culpados por ficar pouco tempo com seus filhos e que, por isso, têm dificuldades para dizer 'não'. É preciso mostrar autoridade e impor limites. Isso é diferente de autoritarismo: não é preciso berrar ou gritar, apenas mostrar quem manda."
'Menos tarefas e mais diversão para as crianças'
Por manter uma rotina atribulada e dispor de pouco tempo para os filhos, muitos pais consideram que encher o dia das crianças com atividades extraclasse é a melhor solução, uma forma de compensação. Não é. As crianças estão cumprindo agenda de executivos, quando, na verdade, deveriam ter mais tempo livre para utilizar a imaginação e descobrir como se entreter sozinhas.Comentário de Magdalena Ramos: "Hoje, as crianças são hiperestimuladas. Mas, para o próprio desenvolvimento adequado delas, precisam de tempo para brincar, correr e se divertir."
'Comer e dormir não são castigos: são necessidades'
Comer e dormir são necessidades básicas de todo ser humano — e também das crianças. Desde cedo, elas devem aprender a comer e dormir nas horas certas. Isso é fundamental para seu desenvolvimento.Por isso, essas ações não podem ser usadas como moeda de troca ou punição. É o que os pais fazem quando dizem, por exemplo: "Se você não comer tudo, não usará o computador" ou ainda "Você se comportou mal e, por isso, vai para a cama mais cedo".
Comentário de Magdalena Ramos: "Há crianças que não se alimentam bem no almoço ou jantar porque os pais deixam que comam ‘besteiras’ sempre que desejam. Então, novamente, vejo pais com medo de impor limites, deixando-se levar pelo impulso de satisfazer sempre as crianças."
'Nem toda brincadeira é bullying'
Segundo especialistas, boa parte das crianças não sabe mais lidar com piadas e provocações dos colegas. O que antes era uma simples brincadeira, hoje pode ser encarado como bullying. Os pais, obviamente, têm culpa nisso, ao tentar resolver problemas que os filhos poderiam solucionar sozinhos.Comentário de Vera Barreira: "Qualquer brincadeira sofrida pelos filhos faz com que os pais liguem na escola para pedir explicações. O correto, quando falamos de crianças com 10 anos de idade ou mais, é instruí-las a se defender sozinhas: argumentar com o colega, comunicar professores e coordenador. Se nada der certo, aí sim os pais devem agir. Ao resolver de imediato qualquer problema apresentado pelos filhos, os pais tiram deles a chance de aprender a cuidar de si próprios."
'Pais devem estimular a criança a agir como... criança'
A frase "os pais devem estimular a criança a ser criança" pode parecer redundante, mas traz um ensinamento importante. Segundo a psicanalista Magdalena e a psicopedagoga Vera, é comum os pais – ainda que sem a intenção – estimularem os filhos entre 9 e 12 anos de idade a se comportar como adultos. É preciso novamente impor limites e guiá-los para o caminho adequado: o da infância.Comentário de Vera Barreira: "Lembro de um pai que, atendendo a pedidos da filha de 10 anos, fez para ela uma 'balada', com luz baixa etc. As meninas estavam todas arrumadas, vestidas como 'adultinhas', esperando que os garotos as tirassem para dançar, enquanto os meninos não estavam nem aí: eles só queriam saber de jogar bola. Isso é exemplo de uma conduta inadequada do pai."
'A escola deve seguir os valores da família'
A escolha da escola dos filhos é uma decisão crucial para a formação deles. Nesse caso, a orientação é simples: busque uma instituição que siga os mesmo valores de sua família. Isto é, procure uma unidade que adote aquilo que você procura: conteúdo mais voltado ao vestibular, foco na socialização e no desenvolvimento integral da criança, regras mais ou menos rígidas e assim por diante.Comentário de Vera Ramos: "Vá conhecer a escola, fique atento ao discurso que ela vai apresentar e procure conhecer outros pais com filhos no local. Muitas instituições adotam discursos parecidos, mas agem completamente diferente na prática."
segunda-feira, 11 de junho de 2012
Ode ao amor
Hoje é dia 12 de junho: dia dos namorados. Que belo dia!
Ainda outro dia ouvi, estupefato, uma jovem dizer que não se permite apaixonar: que quando começa a ficar muitas vezes com um mesmo menino, dá um tempo, "pega" outros, para que a coisa continue sempre morna. Quanta covardia! Falar isso é o mesmo que dizer que como a vida não é fácil, o melhor mesmo é nem nascer. Mas já falei sobre isso neste post.
Tudo na vida tem dois lados, e faz parte do bom senso humano entender que certamente teremos momentos difíceis, mas que os momentos felizes farão tudo valer a pena.
Deixa eu esclarecer um ponto aqui: estou falando de amor. E amor, lógico, tem a ver com sexo. Mas amor não é sexo, é muito mais e muito melhor que isso. Ficar com alguém em uma festa e na noite seguinte é desejo, não é amor! É pena perceber que os jovens estão a cada dia mais perdendo a noção da - grande - diferença entre os dois (vide este post).
Fui pensar em uma música que significa amor para mim e não tinha como ser outra: a música mais linda que eu aprendi com meu avô, uma música doce, simples, singela. E fui buscar a versão mais marcante que eu tive dela, quando crianças, como eu era na época, a cantavam em uma propoganda: a lembrança de Carinhoso e da Chambourcy está abaixo.
Fui perdidamente apaixonado pela minha primeira namorada, quando tinha 17 anos. Na época não tinha e-mail: e eu mandava duas cartas (aquela com selos, sabe?) por semana, cheias de poesias para ela. Mas, embora romântico, eu era uma besta quadrada e ela não aguentou aquele menino imaturo: doeu muito perceber que a cada dia ela se afastava mais de mim, até o dia em que ela desistiu. Mas o que eu me lembro até hoje é de como eu era inocentemente romântico e como fui feliz escrevendo aquelas cartas.
Minha segunda namorada também foi algo marcante. Era uma grande paixão, era uma menina linda e muito sensível e me ajudou muito em um momento de grande drama pessoal. Quando desmanchei, chorei por exatas 24hs, sem nem mesmo dormir. Mas o que me lembro hoje são os momentos de paixão que curtirmos juntos. E valeu demais! Se eu estivesse novamente lá, há 19 anos atrás, começaria tudo de novo!
Isso também vale com minha terceira namorada: em homenagem a ela enchi sua rua de placas de declaração de amor. Foi lindo, foi idiota, foi inesquecível.
E com minha quarta namorada, bom, aí eu precisaria de uns 50 posts para falar tudo: começarmos em 92 e cá estamos em 2012 juntos, agora com nossas "pequenas obras" nos acompanhando diariamente. Passamos grandes momentos, fizemos loucuras, nos afastamos meses por questões profissionais, mas nos falando diariamente (viva o skype!), tivemos vários entreveros e momentos inesquecíveis: e, lógico, valeu e vale muito a pena. Juntos descobrimos qual o lugar tem o melhor spagueti a carbonara, onde tem o mais saboroso chocolato, onde fica a uva mais doce e o queijo mais cremoso, como conservar queijos sem ter geladeiras, como eu odeio o frio e como ainda somos crianças. Juntos fizemos tours pela Rio-Santos e por tantos outros caminhos ao redor do Brasil e nos apaixonamos por Gramado. Construímos muito juntos e hoje posso afirmar, categoricamente, que não somos mais eu e ela: ela tem uns 25% do meu pragmatismo e eu uns 25% de seu jeito mais ponderado, pensativo.
Amar é entender isso: nenhum amor será simples, nenhum amor será fácil e muitos amores se acabarão. Mas amar sempre vale a pena. É para isso que viemos ao mundo, para amar e ser amados. E se levarmos um pé-no-traseiro, não seremos os únicos, e será delicioso lembrar que realmente achávamos que aquela menina nos amava incondicionalmente e perceber o quanto fomos idiotas. É delicioso perceber que somos e sempre seremos idiotas. E é mais delicioso ainda perceber que podemos ser muito felizes sendo bobos, inocentes e amando, contundentemente. Se acabar, ok, foi bom enquanto durou.
Feliz dia dos namorados para minha namorada de 20 anos e para todos os homens e mulheres que não tem medo de viver! Amem, amem muito, amem sempre! E se der errado, era o amor errado: continuem procurando! Só essa procura valerá sempre muito a pena!
Veja também
Ame e dê vexame
O amor não pode ser complicado
Não fuja da dor
Amor e sexo
Ainda outro dia ouvi, estupefato, uma jovem dizer que não se permite apaixonar: que quando começa a ficar muitas vezes com um mesmo menino, dá um tempo, "pega" outros, para que a coisa continue sempre morna. Quanta covardia! Falar isso é o mesmo que dizer que como a vida não é fácil, o melhor mesmo é nem nascer. Mas já falei sobre isso neste post.
Tudo na vida tem dois lados, e faz parte do bom senso humano entender que certamente teremos momentos difíceis, mas que os momentos felizes farão tudo valer a pena.
Deixa eu esclarecer um ponto aqui: estou falando de amor. E amor, lógico, tem a ver com sexo. Mas amor não é sexo, é muito mais e muito melhor que isso. Ficar com alguém em uma festa e na noite seguinte é desejo, não é amor! É pena perceber que os jovens estão a cada dia mais perdendo a noção da - grande - diferença entre os dois (vide este post).
Fui pensar em uma música que significa amor para mim e não tinha como ser outra: a música mais linda que eu aprendi com meu avô, uma música doce, simples, singela. E fui buscar a versão mais marcante que eu tive dela, quando crianças, como eu era na época, a cantavam em uma propoganda: a lembrança de Carinhoso e da Chambourcy está abaixo.
Fui perdidamente apaixonado pela minha primeira namorada, quando tinha 17 anos. Na época não tinha e-mail: e eu mandava duas cartas (aquela com selos, sabe?) por semana, cheias de poesias para ela. Mas, embora romântico, eu era uma besta quadrada e ela não aguentou aquele menino imaturo: doeu muito perceber que a cada dia ela se afastava mais de mim, até o dia em que ela desistiu. Mas o que eu me lembro até hoje é de como eu era inocentemente romântico e como fui feliz escrevendo aquelas cartas.
Minha segunda namorada também foi algo marcante. Era uma grande paixão, era uma menina linda e muito sensível e me ajudou muito em um momento de grande drama pessoal. Quando desmanchei, chorei por exatas 24hs, sem nem mesmo dormir. Mas o que me lembro hoje são os momentos de paixão que curtirmos juntos. E valeu demais! Se eu estivesse novamente lá, há 19 anos atrás, começaria tudo de novo!
Isso também vale com minha terceira namorada: em homenagem a ela enchi sua rua de placas de declaração de amor. Foi lindo, foi idiota, foi inesquecível.
E com minha quarta namorada, bom, aí eu precisaria de uns 50 posts para falar tudo: começarmos em 92 e cá estamos em 2012 juntos, agora com nossas "pequenas obras" nos acompanhando diariamente. Passamos grandes momentos, fizemos loucuras, nos afastamos meses por questões profissionais, mas nos falando diariamente (viva o skype!), tivemos vários entreveros e momentos inesquecíveis: e, lógico, valeu e vale muito a pena. Juntos descobrimos qual o lugar tem o melhor spagueti a carbonara, onde tem o mais saboroso chocolato, onde fica a uva mais doce e o queijo mais cremoso, como conservar queijos sem ter geladeiras, como eu odeio o frio e como ainda somos crianças. Juntos fizemos tours pela Rio-Santos e por tantos outros caminhos ao redor do Brasil e nos apaixonamos por Gramado. Construímos muito juntos e hoje posso afirmar, categoricamente, que não somos mais eu e ela: ela tem uns 25% do meu pragmatismo e eu uns 25% de seu jeito mais ponderado, pensativo.
Amar é entender isso: nenhum amor será simples, nenhum amor será fácil e muitos amores se acabarão. Mas amar sempre vale a pena. É para isso que viemos ao mundo, para amar e ser amados. E se levarmos um pé-no-traseiro, não seremos os únicos, e será delicioso lembrar que realmente achávamos que aquela menina nos amava incondicionalmente e perceber o quanto fomos idiotas. É delicioso perceber que somos e sempre seremos idiotas. E é mais delicioso ainda perceber que podemos ser muito felizes sendo bobos, inocentes e amando, contundentemente. Se acabar, ok, foi bom enquanto durou.
Feliz dia dos namorados para minha namorada de 20 anos e para todos os homens e mulheres que não tem medo de viver! Amem, amem muito, amem sempre! E se der errado, era o amor errado: continuem procurando! Só essa procura valerá sempre muito a pena!
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quinta-feira, 24 de maio de 2012
Confemp: O importante é ser gente que faz!
Existiu uma série do antigo banco Bamerindus que divulgava "Gente que faz". Gente que faz é gente que não fica parada, é gente que não fica resmungando, é gente que quer mais para si e para o mundo. E acho essencial para qualquer ser humano se sentir como gente que faz. A música "Deixa a vida me levar" do Zeca Pagodinho é divertida, mas deixar a vida levar é muito pouco para um ser humano. Nós é que temos que levar a vida para o caminho que consideramos mais correto.
Hoje a empresa júnior da minha faculdade começa um evento sobre empreendedorismo. E isso me deixa muito feliz. Feliz porque:
- eu fui um dos que insistiu muito com os alunos para que eles recriassem a empresa junior, como espaço para os alunos aprenderem a ser "gente que faz". E a empresa foi criada, estruturada e hoje consegue autonomia para alçar vôos como esse evento;
-entre os convidados tem pelo menos três empreendedores de sucesso, com quem já tive o prazer de conviver, que também são pessoas legais e não carregam a arrogância que outros que conseguiram até menos que eles demonstram: Luis Dosso, da Dextra, Cesar Gon, da CI&T e Wilson Campanholi, da WCJ e da ACS;
- vejo jovens percebendo que tem outros caminhos possíveis para se trilhar. Que dá para buscar algo seu, que existe algo além de uma "carreira em multinacional" ou um emprego público, estável e sem desafios (o vídeo abaixo do sempre provocativo Lobão é ótimo para provocar discussões nesse sentido).
E para esse evento ocorrer, foi necessária muita "gente que faz". Parabéns aos membros da empresa junior pela iniciativa, obrigado aos membros do LIAG que apoiaram o evento. Obrigado aos criadores do blog Aprenda&Empreenda pela cobertura. E espero todos lá, hoje e amanhã.
Hoje a empresa júnior da minha faculdade começa um evento sobre empreendedorismo. E isso me deixa muito feliz. Feliz porque:
- eu fui um dos que insistiu muito com os alunos para que eles recriassem a empresa junior, como espaço para os alunos aprenderem a ser "gente que faz". E a empresa foi criada, estruturada e hoje consegue autonomia para alçar vôos como esse evento;
-entre os convidados tem pelo menos três empreendedores de sucesso, com quem já tive o prazer de conviver, que também são pessoas legais e não carregam a arrogância que outros que conseguiram até menos que eles demonstram: Luis Dosso, da Dextra, Cesar Gon, da CI&T e Wilson Campanholi, da WCJ e da ACS;
- vejo jovens percebendo que tem outros caminhos possíveis para se trilhar. Que dá para buscar algo seu, que existe algo além de uma "carreira em multinacional" ou um emprego público, estável e sem desafios (o vídeo abaixo do sempre provocativo Lobão é ótimo para provocar discussões nesse sentido).
E para esse evento ocorrer, foi necessária muita "gente que faz". Parabéns aos membros da empresa junior pela iniciativa, obrigado aos membros do LIAG que apoiaram o evento. Obrigado aos criadores do blog Aprenda&Empreenda pela cobertura. E espero todos lá, hoje e amanhã.
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