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sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Bom programa: Catavento Cultural e Educacional

A linda fachada do Catavento
Em algumas viagens ao exterior tive a oportunidade de visitar museus de ciência: lembro de um muito bom em Kobe-Japão e de um fantástico em Boston-EUA. São museus interativos, cheios de atividades para todas as idades e com demonstrações fantásticas. Acho importante esse tipo de museu, porque desperta nas crianças o interesse pela ciência, pela prática científica, mostrando que física, química, informática, etc. são coisas legais. E mostra para os adultos o quanto ainda temos que aprender. Sempre me perguntei porque não temos um museu desses no Brasil.
Mas no último mês tive uma grata surpresa. Graças a indicações de amigos fomos ao Catavento Cultural e Educacional, no centro de São Paulo. Acho incrível como uma atração como essa tem tão pouca divulgação na mídia do Brasil. E, mesmo assim, é o museu mais visitado do país. O museu fica no belíssimo Palácio das Indústrias, construído para ser residência dos Matarazzo e que foi, por muito tempo, sede da prefeitura de São Paulo. Nas redondezas, pontos interessantíssimos, como a catedral da Sé, o pátio do colégio e o mercadão municipal (aproveite para comer um sanduíche de mortadela na saída).  Muitos ônibus e estações de metrô por perto e estacionamento para carros no próprio terreno do Catavento dão toda a praticidade ao acesso. Ainda no pátio, atrações incríveis, como uma casa feita para dar ilusão de ótica, um comunicador de som à grandes distâncias que só usa conchas metálicas sem fio ou eletricidade, um modelo de uma ancestral dos humanos e várias antiguidades, como carroças de limpeza, locomotivas de várias épocas e até um avião onde as crianças podem embarcar.
A placa na entrada do Catavento
Lá dentro do museu tem muita, mas muita coisa legal. Astronomia, biologia, física, química, ótica, magnetismo, sobre tudo. Não vou falar das atrações, uma a uma, porque são centenas e são super-legais, para todas as idades, desde pequenos até idosos. Mas além das atrações livres, tem ainda atrações que precisam ser agendadas (sem custo, mas com limitação de duas por período): são imperdíveis as simulações de submarino e de nave espacial, o laboratório de química e o estúdio de TV. 
Tudo isso com um ingresso muito barato, que chega a ser gratuito em alguns dias. Não deixe de visitar essa grande atração da cidade de São Paulo, principalmente se você tem crianças para levar. Tente reservar mais que um dia, porque em um dia não é possível conhecer tudo. E dê preferência para um fim de semana de feriado ou dias de semana, porque lá lota mesmo.
consulte o link do Catavento,
E para você que é diretor ou professor de escola, pense em agendar seu próximo passeio no Catavento: é um lugar onde toda criança deveria ir!

PS. Em setembro de 2017 visitei novamente o Catavento e tem mais uma atração incrível: Dinos do Brasil, uma bem produzida viagem ao passado em realidade virtual. E ainda conheci a atividade Desafio Nano, muito boa também. O ingresso "inteiro" custa R$ 6,00 (e tem meia!) e aos sábados é de graça (e bem cheio, claro)

Para mais informações sobre o Catavento, clique aqui


Veja também
Zooparque Itatiba

segunda-feira, 20 de abril de 2015

O amor e suas lições em Frozen

Conheço muitas pessoas que adoram se dizer inteligentes porque assistem a filmes europeus, profundos. E que acham que todos que acompanham Hollywood são idiotas. Mas o fato é que a profundidade dos filmes está muito mais em que vê do que no filme em si. E se é difícil ficar acordado vendo aquelas chatices francesas, vai ser difícil aprender algo dormindo...
Eu sempre tento ver a profundidade por trás dos filmes que assisto. Assumo que diferentemente de um jovem com quem tive o prazer de trabalhar, não consigo ver nenhuma lição profunda em Rambo, mas isso talvez seja uma limitação pessoal. Mas há muitas lições em filmes de grande público e, em especial, há muitas lições em desenhos da Disney.
Neste post me proponho a discutir as lições por trás do último mega-sucesso da Disney: Frozen. Desde a primeira vez que vi esse desenho, percebi que seria histórico, um filme muito bem realizado tecnicamente , tanto visual como musicalmente, e, principalmente, com um belo enredo e roteiros. Frozen é para mim o melhor desenho Disney desde "Rei Leão" e a "A bela e a fera", dois clássicos.
E que lições Frozen trás? Para mim, a mais bonita é a lição de amor entre irmãos. Irmãos se amam, irmãos se respeitam, mas as vezes a vida os obriga a ficar distantes, as vezes cria mágoas que os afastam. E isso os deixa com o coração duro: seja por acharem que estão sendo desprezados sem motivo (Anna), seja por serem obrigados a se afastar pelo bem de quem amam (Elsa). E o filme é uma metáfora clara, linda: se por brigas o coração de um irmão congelar, qual a única solução? O que pode fazer o coração de um irmão descongelar? Só o amor, é claro!
Mas Frozen ainda ensina mais. Primeiro é um belíssimo contraponto àquela visão romântica da Disney, que todas as meninas encontrarão um príncipe perfeito - e rico - e serão felizes para sempre. O fato do príncipe ser rico garantir felicidade se perpetua até para o sr. Grey, mas isso é outra história :-D Frozen primeiro detona a ideia de que todo príncipe, belo, garboso e rico é um bom partido. Depois critica aberta e explicitamente uma menina que acredita em amor a primeira vista. E por último mostra que as vezes o amor que vale a pena está bem ao seu lado, naquele carinha simples, feio, pobre, mas que tem um sentimento sincero. Vejo o tempo todo por aí mulheres correndo atrás dos seus príncipes sem perceber que o Kristoff das suas vidas está bem ao seu lado. E sendo um representante desse grupo de homens que não é rico, nem elegante, nem bonitão, fiquei feliz ao ver minha classe bem representada nessa bela animação.
Enfim, Frozen é divertido, é bem feito e trás muitas lições para quem o assiste. É um filme que vale muito a pena.

Outros bons programas:
Um desenho imperdível para gamers: Detona Ralph
O jogo da imitação com o pai da computação
Belo filme: rude, drogado e genial Sebastião
Um nordestino, um favelado e uma história de amor: Luiz Gonzaga e Gonzaguinha
Gandhi: um filme incrível sobre uma pessoa extraordinária
Thatcher: uma mulher única
O novo cinema brasileiro (com O homem do futuro) e o Jabor
Roque Santeiro
A "boa" da terça
O Silvio Santos é coisa nossa!
Eu gosto do Faustão!
Senna
O discurso do rei
A rede social
Rio
Up
Trapalhões na luta contra a ditadura

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Feliz dia das crianças

Abraço apertado com meu amado irmão-gêmeo
 Eu posso ter quarenta e poucos, e estar com algumas "luzes" no cabelo. Posso não ter mais a energia de algumas décadas atrás. E posso nem ter aquela gargalhada deliciosa que tinha com qualquer cócegas.
  Mas sou muito feliz por continuar amando ser criança lá no fundo. E mostrei isso aqui neste blog muitas vezes:
- quando comentei sobre desenhos e filmes para crianças
Detona Ralph
Up!
Rio
Trapalhões
- quando falo sobre meu ídolo Maurício de Sousa
Maurício de Sousa
circo da Mônica
Turma da Mônica no mundo de Romeu e Julieta
E quando falo sobre coisas típicas de criança como
zoológico
Em resumo, já deixei muito claro por aqui que  Eu sou criança! E adoro isso!

    E posto ao lado duas fotos de poucos meses atrás  com meus ídolos Pinguins (grandes executores de projetos extremamente desafiadores) e meu quase-irmão-gêmeo Shrek, que me deu um abração super-apertado! Foram momentos únicos poder estar com eles, assim, lado a lado.
Aprendendo com grandes gerentes de projeto
  Ainda outro dia eu me lembrei dos bons tempos da infância assistindo a Speedy Racer (consegui cópias de duas temporadas), que foi o primeiro desenho que eu amava (acho que ele foi o culpado pela minha paixão por japinhas, pois a namorada do Speedy era claramente uma) e à Fantástica Fábrica de Chocolate (a versão original, que era muito mais inocente e infantil que a última): eu vi a Fantástica umas 20 vezes na infância e sempre amei, como amei ver de novo com 42. E é bom demais nos lembrar dos belos momentos de nossa deliciosa infância!
   Enfim, o tempo pode passar, tudo pode mudar, mas o Marcos gordinho e loirinho, falador, de riso fácil, vai estar sempre aqui comigo. Nunca quero deixar de ser criança.
   E espero que todos que tem filhos hoje não se esqueçam de deixar as crianças serem crianças. Sem milhares de compromissos, sem inúmeras pressões, sem muitos presentes caros, mas com muito carinho, muita brincadeira, muita criatividade e muito amor.
   Feliz dia das crianças para todas as crianças de idade ou que ainda mantém uma criança dentro do seu coração!
Feliz dia das Crianças
Marcos - 1 aninho!

   

terça-feira, 8 de maio de 2012

Bom programa: zooparque Itatiba

Um bom passeio para toda a famíla
Em um dos últimos fins de semana fui conhecer o Zooparque Itatiba. E fiquei muito surpreso.
É algo com pouquíssimo marketing e muito pouco conhecido. Mas é surpreendentemente bom. Por um preço menor que o preço de um ingresso de cinema, e com estacionamento GRATUITO, passei quase um dia caminhando entre milhares de animais, incluindo ambientes com vários rinocerontes, um par de elefantes, outro  de hipopótamos e mais um de tigres de bengala. Além dos exóticos, muitos animais da nossa fauna. Tudo em um ambiente tranquilo, de paz, caminhando por entre a mata.
Para crianças pequenas, também é oferecido uma atividade de tocar animais como jacaré (filhote, claro), tartaruga, cobra e ratinhos. Algo muito estimulante para os pequenos!
Para quem quiser, ao final do passeio tem um restaurante com comida alemã com preço bem razoável (da ordem de R$ 30,00 o quilo, o mesmo de um restaurante médio de Campinas).
Enfim, um programa barato, cultural e divertido para toda a família. Muito bom para sair da mesmice shopping/cinema.

Veja também:
Bom programa infantil - circo da Mônica
Viva o Carnaval, viva o Brasil!
O Silvio Santos é coisa nossa!
Eu gosto do Faustão!
Na rolança do tempo - um livro para se deleitar 
O novo cinema brasileiro e o Jabor
Senna
O discurso do rei
A rede social
Rio
Up
Trapalhões na luta contra a ditadura
Roque Santeiro
A "boa" da terça
Queen
Belo
Roque Santeiro

Maus programas:
O mundo andando para trás: UFC
 BBB: a idiotice máxima na TV
A era da fofoca...

sexta-feira, 16 de março de 2012

Não gaste muito dinheiro para prejudicar crianças

O nível de consumismo já passou da insanidade. Pessoas gastarem centenas de reais para darem presentes que só irão prejudicar seus filhos é algo inacreditável. Mas que tá virando algo comum...
Quero falar das atualmente na moda, caríssimas e péssimas "motos" elétricas.
Como é que pode um pai, em sã consciência, dar uma moto elétrica para seu filho pequeno? Ele nunca ouviu falar do problema crônico de obesidade infantil? A troco de quê alguém gasta centenas de reais para comprar algo que é muito pior que uma bicicleta: com uma bicicleta a criança se diverte mais, faz exercícios, aprende coordenação motora integrando mãos, pés e equilíbrio, enfim, é um exercicio completo. E é tão divertido. Com uma porcaria de uma moto elétrica a criança aprende a ser preguiçosa e tenderá a virar mais um adulto obeso que pegará o carro para ir comprar pão na esquina...
Fico pensando porque um pai faz uma maldade dessas com seus filho. Duas respostas me vêm a cabeça:
- ou ele quer mostrar para os outros que tem grana, quer aparecer,
- ou ele achou o brinquedinho legal para ele, foi algo que a criança dentro dele adorou a possibilidade de ter em casa.
Ambas as opções são horríveis: a compra não foi pensando na criança.
Então, gente, antes de dar algo para uma criança, pense bem. Muitas vezes, na verdade a maioria, singelos e simples brinquedos clássicos são muito melhores para as crianças que coisas cheias de eletrônicos, telas, motores, pilhas e tomadas. 
Quero muito que meus filhos aprendam a andar de bicicleta, jogar bola, rodar pião, pular corda. Isto sim é infância divertida. O resto é consumismo deslavado. Ou vontade de aparecer.

Veja também:
É responsabilidade dos pais: TV
Um mundo insano
Eu sou criança: e você?
Lições para não esquecer - os exemplos dos mais humildes Quem te faz feliz?
Os covardes em gangues
O cinismo da sociedade: pedofilia
Gelatina ERA uma coisa saudável
Não fuja da dor
Psicologismo agudo
As escolhas da vida
Você pode chegar lá
Quem te faz feliz?
Um mundo insano
Prá que esperar o meteoro? (QueNerd)

Juventude atual:
O que as escolas não ensinam
- aonde querem chegar?
- amor e sexo 
- Adeus a Amy,
- inspiração boa e ruim,
- cérebro de pipoca
- valor da vida

sábado, 24 de dezembro de 2011

A felicidade está nas coisas simples...

Minhas filhas não são consumistas, tentamos as manter longe dessa mania mundial de compras. Mas no mundo de hoje, elas acabam colecionando centenas de brinquedos que elas ganham ao longo do ano, de muitas pessoas que gostam delas e as presenteiam pelos mais variados motivos. Muitos desses brinquedos elas nem conseguem usar, pois é brinquedo demais. E sempre nesta data acabamos fazendo um trabalho de selecionar uma boa porção deles para doar para "crianças sem papai e mamãe"....
No dia a dia corrido de trabalho, escola, etc., elas normalmente ficam no final da tarde em casa, em meio a sua brinquedaria e vendo Discovery Kids.
Há dois dias atrás, com o horário de verão e o Solstício - dia mais longo do ano - resolvi provocar algo diferente. Chamei as crianças para o quintal no fundo de casa, dei um pedaço de papelão e as ensinei a escorregar no desnível do terreno.
Sabia que era divertido, mas há muito tempo não as via tão felizes. Brincando juntas, uma ajudando a outra, sem brigar por um brinquedo em especifico, sem ficar trancadas em casa e sem precisar de televisão. Como é fácil fazer uma criança feliz.
Foi uma bela experiência: não precisamos de brinquedos caros, não precisamos de estratégias complexas, nem de psicologismos baratos; precisamos apenas mostrar para nossas crianças que dá para se divertir com coisas simples como um pedaço de papelão.

Leia também:
É responsabilidade dos pais: TV
Há algo de errado MESMO com a juventude
Psicologismo agudo
O que as escolas não ensinam
Juventude atual: Losers são os americanos...

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Bom programa infantil - circo da Mônica

No último mês levei minhas crianças para um programa muito legal, pouco concorrido e com preço bem interessante: o circo da Mônica
Para todos os pais que ficam pensando onde levar suas crianças, recomendo fortemente. Tem várias atrações boas de circo, como malabaristas, equilibristas, trapezistas, palhaços, etc. E tem também a turma da Mônica, cantando e encantando as crianças. É uma ótima oportunidade de introduzir as crianças na arte do circo e também de assistir a um circo mantendo as crianças felizes também.
Para quem é de Sampa, imperdível. Para quem não é, a vantagem é que fica muito perto da saída da Bandeirantes, sem necessidade de pegar muito trânsito.
Recomendo! Mas veja logo, no site tá dizendo que são os últimos dias!
Agora, a pergunta que não quer calar é: quando é que o Maurício de Sousa reabrirá o parque da Mônica? Não quero levar minhas babies para o Parque da Xuxa, ninguém merece, tem que ser algo mais cultural....

Veja também:
Maurício de Sousa
É responsabilidade dos pais: TV

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Eu sou criança: e você?

Eu me lembro quando tinha 10 e olhava para meu primo mais velho de 20 e achava ele tão maduro, sabedor de tudo... Quando ele chegou em casa com o disco dos "Embalos de sábado à noite", que ele comprou com o dinheiro do trabalho dele, então, virou quase um mito para mim... 
Hoje eu tenho 40 e a conclusão que cheguei é que na verdade nunca deixamos de ser crianças. Na minha cabeça continuo criança. Ok, alguns cabelos "mais loiros" apareceram, e não consigo comer nas churrascarias como antes. Mas a cabeça é a mesma... Nunca virei o que achava que meu primo mais velho era. E acho que será sempre assim.
Continuo adorando cafuné, sou um eterno carente. E porque preciso ser diferente disso?
Brinco com meus filhos não apenas porque eles querem. Brinco porque é legal, é divertido. Adoro dançar "a dança dos famosos" com as pequenas, me lembra dos bailes em que eu e minha mana dávamos show com nosso passinhos ainda nos anos 70... Na praia, continuo fazendo castelos de areia, é muito legal isso!
Aliás, uma das melhores coisas que ter filhos nos trás e a possibilidade de fazermos coisas legais, sem ficarmos envergonhados. Já me vi dançando em shopping, correndo pelas ruas, e fazendo tantas outras coisas de uma vida legal,  graças aos babies... E ninguém me olha condenando, porque estou com os pequenos. Jóia isso :-)
Adoro ver desenhos. Não necessariamente os que meus pequenos assistem, alguns realmente são chatinhos. Mas "A era do gelo", "Shrek", qualquer um da turma da Mônica (em especial "Uma aventura do tempo") eu vejo porque gosto. Na TV, Peixonauta, Pocoyo, Charlie e Lola, Pink Dinky Doo, são desenhos atuais que assisto com prazer. E sempre que dá, eu assisto "A turma do Didi", um pouco porque me lembra Os trapalhões de tantas boas memórias, mas também porque gosto daquele tipo de programa, de humor simples, despretensioso e não politicamente correto.
Acho muito importante entendermos que não precisamos deixar de ser crianças para crescer. Quantas vezes vejo pessoas se recusando a assistir a algo, ou a fazer algo, porque "é coisa de criança". Como se qualquer coisa que seja inocente, doce, divertida fosse algo que não fosse mais permitida para um adulto. Como se não fosse permitido para alguém com mais de 20 anos brincar. Para mim isso denota insegurança. Quem "se garante" não precisa provar maturidade para os outros...
Quero mesmo continuar fazendo bobeiras, falando asneiras, montando castelos e vendo desenhos, até 100 anos ou mais. Não quero deixar de ser criança nunca. Porque é muito legal ser criança. E vivemos para sermos felizes, não para parecer ser o que não somos.
Feliz dia das crianças para todos, em especial para as crianças aqui de casa, eu incluído!

Veja também:
- Eu sou + eu